Podia ter sido eu a escrever isto. Não fui, até porque geralmente escrevo em português, mas tento fazer muitas destas coisas. As mais importantes são:
- dizer não mais vezes;
- dar-me menos com pessoas negativas.
Acrescentaria:
- jantar mais frequentemente com as amigas (e acordar no dia seguinte como se tivesse saído do melhor beauty sleep de sempre);
- dar cinco vezes mais beijinhos aos meus filhos e ao meu huby.
Bom fim-de-semana.
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16/04/11
17/01/11
E se mais nada o provasse
Parece que ainda pior do que estar o dia todo sentado a trabalhar ao computador é mesmo continuar a noite sentado a ver televisão. Pior: um estudo publicado hoje no NYTimes diz que nem a eventual horinha no ginásio resolve o problema. Passas o dia sentado? Está tudo estragado.
Curiosamente, comecei o ano com uma organização mental diferente. Recuso-me a ver televisão à noite (durante o dia também não vejo). Ando a fazer coisas cá por casa. Divirto-me muito mais e estupidifico muito menos.
Curiosamente, comecei o ano com uma organização mental diferente. Recuso-me a ver televisão à noite (durante o dia também não vejo). Ando a fazer coisas cá por casa. Divirto-me muito mais e estupidifico muito menos.
28/12/10
Nos últimos tempos...
- Tenho-me lembrado muitas vezes de uma frase, que faz cada vez mais sentido, especialmente quando vejo os bebés a serem passados de uns colos para os outros, quando vejo os bebés dos amigos e os meus crescerem e tornarem-se independentes, quando vejo virem novos bebés e quando percebo que nada disto pode ser feito sozinho:
"it takes a village to raise a child".
Não sei quem disse, mas faz sentido.
- Acho que estou em modo inventário. Sabem aqueles dias em que apetece pôr papéis pardos nas montras e fingir que não estamos para ninguém que traga perguntas complicadas ou assuntos desinteressantes? Pois. Ando, verdadeiramente, a fazer um balanço. Do ano, da década, da vida. Está a ser divertido.
- Não tenho nada que me apeteça vestir. Só me apetece reciclar as minhas camisolas e as minhas camisas todas e começar do zero, desta vez com um reclame na carteira "não vale a pena comprar coisas baratas". Mas agora não tenho dinheiro para isso.
- Irrito-me imenso com pessoas com a mania da superioridade. Aí, lembro-me de outra frase muito acertada e que significa que somos todos iguais:
"até o Papa caga".
"it takes a village to raise a child".
Não sei quem disse, mas faz sentido.
- Acho que estou em modo inventário. Sabem aqueles dias em que apetece pôr papéis pardos nas montras e fingir que não estamos para ninguém que traga perguntas complicadas ou assuntos desinteressantes? Pois. Ando, verdadeiramente, a fazer um balanço. Do ano, da década, da vida. Está a ser divertido.
- Não tenho nada que me apeteça vestir. Só me apetece reciclar as minhas camisolas e as minhas camisas todas e começar do zero, desta vez com um reclame na carteira "não vale a pena comprar coisas baratas". Mas agora não tenho dinheiro para isso.
- Irrito-me imenso com pessoas com a mania da superioridade. Aí, lembro-me de outra frase muito acertada e que significa que somos todos iguais:
"até o Papa caga".
21/10/10
À roda do património
A fazer pesquisa para um "trabalho" programado com umas amigas descobri hoje coisas giras sobre o nosso património e sobre Sintra - terrinha encantada, quase perfeita, onde se não fosse a humidade eu gostava de viver. Desde que fosse num daqueles palácios românticos que por lá há.
Depois de muito pensar na conversa do almoço, desculpa lá cunhadinho, mas ser antropólogo (durante uma semana, no máximo) e poder escavar coisas do chão e perceber o que querem dizer, mesmo que a seguir se tenham de pôr todas em sacos de plástico rotulados do estilo dos que eu uso para pôr os legumes que corto para a sopa e congelo para não ter de andar sempre a descascar aquelas porcarias, deve ser divertido.
É assim um trabalho estilo detective. E eu, quando era pequenina, queria ser detective. Ou isso ou veterinária, como o meu avô materno.
Depois de muito pensar na conversa do almoço, desculpa lá cunhadinho, mas ser antropólogo (durante uma semana, no máximo) e poder escavar coisas do chão e perceber o que querem dizer, mesmo que a seguir se tenham de pôr todas em sacos de plástico rotulados do estilo dos que eu uso para pôr os legumes que corto para a sopa e congelo para não ter de andar sempre a descascar aquelas porcarias, deve ser divertido.
É assim um trabalho estilo detective. E eu, quando era pequenina, queria ser detective. Ou isso ou veterinária, como o meu avô materno.
10/10/10
London calling
Geralmente desconfio dos números internacionais no telefone. Como não costumo comunicar por telefone com ninguém que esteja no estrangeiro, não faz sentido receber chamadas dessas. Mas ontem recebi e atendi o telefone, mesmo depois de ter torcido o nariz ao número.
Surpreendentemente, eram saudades de uma emIgrante que foi para Inglaterra estudar. Levou as três filhas atrás, o marido tinha ido à frente. Fiquei muito contente de a ouvir, dizendo-me orgulhosa que já tinha começado as aulas, que as miúdas estavam a adorar. Que a casa era mais ou menos mas que estavam todos juntos. E disse que tinha saudades nossas. Quase lhe ouvi as lágrimas. Desejei-lhe muito boa sorte.
Surpreendentemente, eram saudades de uma emIgrante que foi para Inglaterra estudar. Levou as três filhas atrás, o marido tinha ido à frente. Fiquei muito contente de a ouvir, dizendo-me orgulhosa que já tinha começado as aulas, que as miúdas estavam a adorar. Que a casa era mais ou menos mas que estavam todos juntos. E disse que tinha saudades nossas. Quase lhe ouvi as lágrimas. Desejei-lhe muito boa sorte.
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