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13/11/11
Banda sonora The big chill
The big chill. Ontem. Outra outra outra outra... vez. Like.
As minhas preferidas:
24/10/11
Não sei como ela consegue
Ga-lho-fa. Acabei de regressar do "Não sei como ela consegue" e ri-me à séria - especialmente com dois momentos que não posso contar porque não gosto de ser uma desmancha prazeres que conta as partes mais divertidas dos filmes antes de toda a gente ver. Como sobre "A melhor despedida de solteira" podia ter sugerido que prestassem bem atenção à prova dos vestidos...
Aqui, tanto a Sarah Jessica Parker como o Pierce Brosnan revelam que estão a ficar... velhotes. As mãos dela são um susto, ele engordou que nem um perú - parece-me. Mas, tirando essa sempre óbvia constatação de que o tempo passa, o filme é para ver em modo descontraído. Não dá para tirar de lá soluções para o universo - a conclusão do filme é muito gender oriented, as mulheres vão dizer a-ha!, os homens vão dizer, no máximo, está bem caçado, mas eu não sou assim, pois não? Quer dizer, eu ajudo imenso lá em casa...
E, esta é para os apressadinhos que têm de se levantar mal o filme está a chegar ao fim, para serem os primeiros a chegar à rua ou ao corredor do shopping, ouçam a piada do fim.
Aqui, tanto a Sarah Jessica Parker como o Pierce Brosnan revelam que estão a ficar... velhotes. As mãos dela são um susto, ele engordou que nem um perú - parece-me. Mas, tirando essa sempre óbvia constatação de que o tempo passa, o filme é para ver em modo descontraído. Não dá para tirar de lá soluções para o universo - a conclusão do filme é muito gender oriented, as mulheres vão dizer a-ha!, os homens vão dizer, no máximo, está bem caçado, mas eu não sou assim, pois não? Quer dizer, eu ajudo imenso lá em casa...
E, esta é para os apressadinhos que têm de se levantar mal o filme está a chegar ao fim, para serem os primeiros a chegar à rua ou ao corredor do shopping, ouçam a piada do fim.
21/10/11
A melhor despedida de solteira
Sou capaz de ter lido uma frase sobre o filme "a melhor despedida de solteira". Que dizia, para aí, "muito divertido" ou "a ver". E hoje vi. Deu para rir e para chorar. O que é que uma miúda pode querer mais de um filme?
22/08/11
The shining - A love story
Quem diria que um dia iria postar aqui imagens do filme que mais me aterrorizou quando era miúda? The shining - a love story, é um vídeo que transforma um filme assustador - que vi com as minhas amigas escondidas atrás de almofadas e que evitou que dormisse como deve ser durante uns tempos ou que gostasse de corredores com muitas portas - numa história de amor. Simples. Não vai estar no cinema, é só a brincar. (E serve para confirmar a tal teoria de que há pessoas com muito tempo nas mãos)
12/07/11
Banda sonora Pequenas mentiras entre amigos
Cómico: as estatísticas dizem-me que ontem veio imensa gente aqui parar por causa de uma pesquisa "banda sonora Pequenas mentiras entre amigos". A banda sonora é, de facto, óptima. Toca a facilitar: aqui dá para encontrar tudo. Em francês "Les petits mouchoirs".
28/10/10
Filmes de terror
Quem é o cromo que escreve na capa de um filme "de rir às gargalhadas" e depois o filme é das coisas mais tristes que eu já tenho visto? Terá sido alguma alma maldosa que sabia que eu só gosto de filmes cor-de-rosa? De fazer chorar as pedras da calçada era o que lá devia vir.
Um pai, recentemente viúvo, que olha para os filhos adultos como se fossem crianças... Só essa imagem já é daquelas difíceis de engolir.
"Everyone's fine". É o verdadeiro filme de terror, desaconselhado às lágrimas fáceis como eu.
Um pai, recentemente viúvo, que olha para os filhos adultos como se fossem crianças... Só essa imagem já é daquelas difíceis de engolir.
"Everyone's fine". É o verdadeiro filme de terror, desaconselhado às lágrimas fáceis como eu.
30/09/10
Hoje no cinema
Estreia hoje nas salas de cinema portuguesas um filme que se baseia num livro que foi importante na minha vida. Chama-se "Comer orar amar", é com a Julia Roberts e acho que tem tido boas críticas. Mas isso nem me interessa. Quero ver e ponto.
Estranhamente, resultou da leitura e análise desse livro uma pacificação interior muito simpática. E a paz, que hoje também se consegue comprar em comprimidos, deixou-se ficar e ainda por aí anda, embora, por vezes, queira brincar às escondidas, obrigando a uma maior concentração para me focar de novo no que quero.
Do entusiasmo em pegar no livro resultou um clube de livros, outra iniciativa importante dos últimos tempos - já vamos fazer dois anos, n'est ce pas?
Porque é que gostei do livro? Não é que contenha nenhuma verdade nunca antes dita, não é que seja de tal maneira iluminado que ilumine o que está à volta. O que diz, simplesmente, é que somos todos a mesma coisa e que do bem dos outros resulta o meu bem e vice-versa e mais coisas do estilo que me ajudam nos meus pensamentos. E, ainda por cima, di-lo partindo de uma viagem emocional e física banal, que qualquer um de nós poderia fazer - tendo a disponibilidade profissional e monetária a que obriga vagabundar pelo mundo.
Não vou hoje, mas vou para a semana, já está prometido.
Estranhamente, resultou da leitura e análise desse livro uma pacificação interior muito simpática. E a paz, que hoje também se consegue comprar em comprimidos, deixou-se ficar e ainda por aí anda, embora, por vezes, queira brincar às escondidas, obrigando a uma maior concentração para me focar de novo no que quero.
Do entusiasmo em pegar no livro resultou um clube de livros, outra iniciativa importante dos últimos tempos - já vamos fazer dois anos, n'est ce pas?
Porque é que gostei do livro? Não é que contenha nenhuma verdade nunca antes dita, não é que seja de tal maneira iluminado que ilumine o que está à volta. O que diz, simplesmente, é que somos todos a mesma coisa e que do bem dos outros resulta o meu bem e vice-versa e mais coisas do estilo que me ajudam nos meus pensamentos. E, ainda por cima, di-lo partindo de uma viagem emocional e física banal, que qualquer um de nós poderia fazer - tendo a disponibilidade profissional e monetária a que obriga vagabundar pelo mundo.
Não vou hoje, mas vou para a semana, já está prometido.
30/06/10
Mais um para a lista
Agora que podemos continuar com a nossa vida normal e que o futebol mais ou menos acabou e perdemos o sentido de estar parados a olhar para os jogos, agora que a crise e a falta de dinheiro e a triste melancolia nacional vão regressar, agora que estou a responder cada dia a mais comentários tristes de pessoas que têm muito pouco dinheiro para viver...
Mais um filme para a minha wishlist pessoal. Quero ver:
Alguém acha estranho eu simpatizar muito com o Mark Ruffalo? E a música Our house... in the middle of our street? Perfeita!!
Mais um filme para a minha wishlist pessoal. Quero ver:
Alguém acha estranho eu simpatizar muito com o Mark Ruffalo? E a música Our house... in the middle of our street? Perfeita!!
15/04/10
14/04/10
Cineminha
Ontem fomos ver "Amar é complicado", risota do princípio ao fim, gostei muito.
O único senão foram os senhores da fila de trás, duas raparigas e um rapaz novos, que cheiravam mal, a suor e a pés. Que badalhocos.
O único senão foram os senhores da fila de trás, duas raparigas e um rapaz novos, que cheiravam mal, a suor e a pés. Que badalhocos.
12/04/10
15/03/10
In love
Sr. filmezinho, apareça lá no meu clube de vídeo, senão qualquer dia cometo uma loucura e compro o DVD mesmo. Eu que sou completamente contra comprar DVD, aka mais uma coisa para desarrumar a casa.
01/03/10
Em cheio
Esqueci-me de contar, mas uns amigos muito queridos assinalaram os nossos dez anos de casados com a colecção dos filmes "Antes do amanhecer" e "Antes do anoitecer". Obrigada, obrigada, obrigada. Não há filmes mais perfeitos, especialmente na liberdade e na proximidade magnética do "Before sunrise" e do desespero da oportunidade perdida no segundo filme. Eu sei, sou uma romântica. So kill me.
... e...
Nas noites, ao fim-de-semana o Hollywood passou mais um filme perfeito "French kiss", ontem a RTP1 passou "Something's gotta give". O que é que posso pedir mais?
... e...
Nas noites, ao fim-de-semana o Hollywood passou mais um filme perfeito "French kiss", ontem a RTP1 passou "Something's gotta give". O que é que posso pedir mais?
27/02/10
Sentimentos de culpa
Enquanto via o Larry David, que Woody Allen escolheu para fazer de si, no seu filme delicioso "Whatever works", senti-me pessoalmente atingida quando ele pergunta ou diz para a plateia qualquer coisa como:
"vocês são daquele tipo de espectador idiota que quer um feel good movie/um filme para se sentirem bem?"
Nem sei o que ele diz depois disso, mas a frase assim dita fez-me sentir exposta e, por momentos, pensei que todos os outros elementos intelectuais da plateia do Monumental se iam virar para mim e dizer qualquer coisa como:
"não tem vergonha? Isto é o Woddy Allen, não é para se sentir bem".
Por isso, encolhi-me e escondi-me um bocado na minha camisola gigante. Mas o Woody Allen para mim é sempre um feel good movie - mesmo quando é deprimente ou deprimido, neurótico ou quando levanta dúvidas existenciais deliciosas ou quando é só a vida como ela é. Vide "Amor e morte". Não pode haver melhor.
No entanto, ninguém na plateia se virou para mim, nem mesmo o meu vizinho do lado, que eu sei que sabe que eu gosto mesmo é de filmes rosinha. Por isso, respirei de alívio. E o "Whatever works" é uma teoria para a vida, tudo pode dar certo, nem tem de ser muito complicado.
E no dia a seguir, à hora do almoço, fui ver o "Dia dos namorados" com uma amiga. Rosa mais rosa não há.
"vocês são daquele tipo de espectador idiota que quer um feel good movie/um filme para se sentirem bem?"
Nem sei o que ele diz depois disso, mas a frase assim dita fez-me sentir exposta e, por momentos, pensei que todos os outros elementos intelectuais da plateia do Monumental se iam virar para mim e dizer qualquer coisa como:
"não tem vergonha? Isto é o Woddy Allen, não é para se sentir bem".
Por isso, encolhi-me e escondi-me um bocado na minha camisola gigante. Mas o Woody Allen para mim é sempre um feel good movie - mesmo quando é deprimente ou deprimido, neurótico ou quando levanta dúvidas existenciais deliciosas ou quando é só a vida como ela é. Vide "Amor e morte". Não pode haver melhor.
No entanto, ninguém na plateia se virou para mim, nem mesmo o meu vizinho do lado, que eu sei que sabe que eu gosto mesmo é de filmes rosinha. Por isso, respirei de alívio. E o "Whatever works" é uma teoria para a vida, tudo pode dar certo, nem tem de ser muito complicado.
E no dia a seguir, à hora do almoço, fui ver o "Dia dos namorados" com uma amiga. Rosa mais rosa não há.
11/02/10
Chamem-me pirosa (II)...
... mas hoje podia ir ver este filme ao cinema. É pink, é girly, está cheio de... vedetas... Até pode ser uma banhada, mas apetecia-me.
02/02/10
E já que estamos a falar de Deschanel
Também quero ver este filme "500 days of Summer", mas também não sei o nome em português e penso que não está no clube de vídeo - será que passou no cinema? Que tristeza não poder ir ao cinema ver todos os filmes cor-de-rosa que aparecem...
01/02/10
Alguém sabe o nome deste filme em português?
É que eu tenho de o ver, porque acho que é um daqueles filmes de que eu gosto. Broken English de Zoe Cassavetes (acho). Nem que seja só pela confusão do rapaz francês que deseja "I hope you can find hapiness" e das americanas que ouvem "a penis?".
07/12/09
OMG
O momento oh my God do dia, corrijo, da semana, foi ver a parte do filme de animação Planeta 51 em que tiravam o cérebro a dois aliens masculinos verdinhos e eles apareceram de perninha cruzada a beber chá e com modos efeminados!!!
Não sou do tipo de reparar, não sou feminista, mas concordo que as mulheres devem ter os mesmos direitos que os homens... Isto é, se quiserem...
Agora um filme orientado para crianças pequenas a transmitir estes preconceitos já me parece um pouco fora de sentido. O filme é giro e até a mais pequena gostou, veio no carro a perguntar se os monstros existem mesmo --- o filme é sobre um planeta que é invadido por um alien, sendo que o alien é um humano e os habitantes do planeta é que são verdes. Não mete medo nem assusta, tem piadas fáceis e cores bonitas.
Não sou do tipo de reparar, não sou feminista, mas concordo que as mulheres devem ter os mesmos direitos que os homens... Isto é, se quiserem...
Agora um filme orientado para crianças pequenas a transmitir estes preconceitos já me parece um pouco fora de sentido. O filme é giro e até a mais pequena gostou, veio no carro a perguntar se os monstros existem mesmo --- o filme é sobre um planeta que é invadido por um alien, sendo que o alien é um humano e os habitantes do planeta é que são verdes. Não mete medo nem assusta, tem piadas fáceis e cores bonitas.
13/11/09
Perfect
04/03/09
E depois de Woody? (2)
Depois de Woody vem agora mais Woody. Ainda bem, graças a Deus ou a quem calhar, é já em Abril que estreia em Nova Iorque o novo filme. É provável que toda a gente já soubesse dele e isto não é novidade, mas não é o tipo de novidades que costumo acompanhar. Diz-me o Público que se chamará "Whatever works", qualquer coisa como "O que quer que funcione". Vou gostar de certeza:
- É rodado em Nova Iorque - a cidade que não consigo tirar da memória visual muito também por sua culpa, com os filmes que adoro "Manhattan", "Annie Hall" e "Hannah e as suas irmãs";
- Tem actores novos (Larry David, um dos tipos mais cómicos e divertidos do mundo, que é um dos cérebros por trás do Seinfeld) e Evan Rachel Wood (que só tem aquele problemazinho de namorar com o Marilyn Mason, mas tirando isso é gira);
- É uma comédia negra.
O que é que pode ser mais perfeito que isto? Eu vou ver.
- É rodado em Nova Iorque - a cidade que não consigo tirar da memória visual muito também por sua culpa, com os filmes que adoro "Manhattan", "Annie Hall" e "Hannah e as suas irmãs";
- Tem actores novos (Larry David, um dos tipos mais cómicos e divertidos do mundo, que é um dos cérebros por trás do Seinfeld) e Evan Rachel Wood (que só tem aquele problemazinho de namorar com o Marilyn Mason, mas tirando isso é gira);
- É uma comédia negra.
O que é que pode ser mais perfeito que isto? Eu vou ver.
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