Devorei ontem até ao final da noite o livro "A viagem dos cem passos", de Richard C. Morais. Foi-me dado dois ou três dias antes pelo melhor amigo do mundo.
Um livro assim mesmo como eu gosto: bem escrito, rápido, colorido, com cheiro e vida própria. Não encontrei momentos mortos, não tive vontade de o pousar nunca. É um daqueles livros que só irrita porque quero chegar ao fim o mais depressa possível para conhecer toda a história e, ao mesmo tempo, não quero que acabe nunca e quero continuar a participar na vida das personagens.
O autor nasceu em Lisboa e vive nos EUA, mas o livro é de alma indiana, londrina e francesa - é um livro do mundo. É editado pela D. Quixote e é, como prometem na contracapa, de leitura compulsiva (só não gostei assim lá muito da revisão).
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24/05/11
25/02/11
Chocolate
Andava há dias a mastigar nesta ideia - pannacotta de chocolate.
Pannacotta, que não quer dizer mais do que natas cozidas (em italiano) e que também não leva quase mais nada do que natas, é uma das sobremesas que faço quando estou sem paciência para nada mais elaborado.
É uma receita super (e quando digo super quero mesmo dizer super) fácil e rápida de fazer e tem uma lista mínima de ingredientes. No final, é uma sobremesa luxuosa, para consumir com moderação porque, afinal de contas, natas são natas.
E então, comecei a pensar em variações e fiz uma bela
Pannacotta de chocolate
1 litro de natas
6 folhas de gelatina transparentes
100 gramas de açúcar
meia tablete de chocolate preto (+ de 70% cacau)
1. Num tacho, levar ao lume as natas e deixar fervilhar durante 5 minutos;
2. Àparte, demolhar as folhas de gelatina em água fria;
3. Passar a forma para a pannacotta por água fria (para ser mais fácil soltar quando for servir);
4. Tirar as natas do lume, misturar bem o açúcar, as folhas de gelatina escorridas e o chocolate partido em pedaços;
5. Deitar na forma e levar ao frigorífico até prender (+/- 6 horas);
6. Desenformar e servir com doce de ginga ou framboesa (de compra, que se liquidifica no micro-ondas ou num tacho sobre o lume).
Fiz a primeira vez para os anos do meu filhote, mas pus só 50 gramas de açúcar e ficou pouco doce. Por isso, decidi dobrar a receita e fica uma delícia. Fica bonito em copinhos individuais para comer com colher de chá.
Aliás, a receita da pannacotta presta-se a muitas variações que congemino, nomeadamente pannacotta com legumes (que é para compensar das calorias monstras que terá). Parece-me um bom side dish. Quando fizer logo partilho os resultados.
[Curiosamente, enquanto estava a escrever este post, recebi um mail de um amigo a pedir que enviasse a receita mais fácil que conheço, a que sei de cor, para uma pessoa - foi fácil, bastou-me fazer copy+paste e depois enviar o pedido de nova receita para 20 amigos. É suposto receber 36 receitas, espero que ninguém falhe.]
Pannacotta, que não quer dizer mais do que natas cozidas (em italiano) e que também não leva quase mais nada do que natas, é uma das sobremesas que faço quando estou sem paciência para nada mais elaborado.
É uma receita super (e quando digo super quero mesmo dizer super) fácil e rápida de fazer e tem uma lista mínima de ingredientes. No final, é uma sobremesa luxuosa, para consumir com moderação porque, afinal de contas, natas são natas.
E então, comecei a pensar em variações e fiz uma bela
Pannacotta de chocolate
1 litro de natas
6 folhas de gelatina transparentes
100 gramas de açúcar
meia tablete de chocolate preto (+ de 70% cacau)
1. Num tacho, levar ao lume as natas e deixar fervilhar durante 5 minutos;
2. Àparte, demolhar as folhas de gelatina em água fria;
3. Passar a forma para a pannacotta por água fria (para ser mais fácil soltar quando for servir);
4. Tirar as natas do lume, misturar bem o açúcar, as folhas de gelatina escorridas e o chocolate partido em pedaços;
5. Deitar na forma e levar ao frigorífico até prender (+/- 6 horas);
6. Desenformar e servir com doce de ginga ou framboesa (de compra, que se liquidifica no micro-ondas ou num tacho sobre o lume).
Fiz a primeira vez para os anos do meu filhote, mas pus só 50 gramas de açúcar e ficou pouco doce. Por isso, decidi dobrar a receita e fica uma delícia. Fica bonito em copinhos individuais para comer com colher de chá.
Aliás, a receita da pannacotta presta-se a muitas variações que congemino, nomeadamente pannacotta com legumes (que é para compensar das calorias monstras que terá). Parece-me um bom side dish. Quando fizer logo partilho os resultados.
[Curiosamente, enquanto estava a escrever este post, recebi um mail de um amigo a pedir que enviasse a receita mais fácil que conheço, a que sei de cor, para uma pessoa - foi fácil, bastou-me fazer copy+paste e depois enviar o pedido de nova receita para 20 amigos. É suposto receber 36 receitas, espero que ninguém falhe.]
10/11/09
Fim-de-semana bom
Sábado a nossa sobrinha mais velha ficou connosco, fomos comprar abóboras, couves, beringelas, tomates chuxa e cereja, batatas, aipo, manjericão... Adoro ter assim o frigorífico cheio de legumes - que como quase sozinha porque os miúdos ainda não percebem a maravilha e só "aceitam" os da sopa ou os que estão tão pequeninos que não têm pachorra para afastar do prato e o pai tem dias.
À tarde, os miúdos levantaram voo aos pés do Cristo-Reis (é assim que o Cristo-Rei é conhecido cá em casa) e ficaram maravilhados com a vista magnífica lá de cima, com o elevador super rápido e com as escadas estreitinhas estreitinhas.

No Domingo, dia húmido quase sem chuva, frio sem camisola, fomos até Sintra. No passeio que adoramos, pela marginal até ao Guincho, a ver as ondas explodir nas rochas, os miúdos em espanto, entrando em Sintra por Colares. Pensámos ir à Periquita, mas era Domingo e não havia lugar para o carro. Três miúdos (a nossa sobrinha mais nova connosco) acabados de sair duma gripe ou qualquer coisa do género não precisam de andar à chuvinha. Por isso continuámos e parámos mais à frente, onde me chamou a atenção um espaço que ainda não conhecia.
Saudade é o nome. E ainda mais do que a saudade do sítio espectacular que é e do bem que se está, assim como na casa de uma tia, o que fica é a pena de o espaço não ser meu. Adorei.
À tarde, os miúdos levantaram voo aos pés do Cristo-Reis (é assim que o Cristo-Rei é conhecido cá em casa) e ficaram maravilhados com a vista magnífica lá de cima, com o elevador super rápido e com as escadas estreitinhas estreitinhas.
No Domingo, dia húmido quase sem chuva, frio sem camisola, fomos até Sintra. No passeio que adoramos, pela marginal até ao Guincho, a ver as ondas explodir nas rochas, os miúdos em espanto, entrando em Sintra por Colares. Pensámos ir à Periquita, mas era Domingo e não havia lugar para o carro. Três miúdos (a nossa sobrinha mais nova connosco) acabados de sair duma gripe ou qualquer coisa do género não precisam de andar à chuvinha. Por isso continuámos e parámos mais à frente, onde me chamou a atenção um espaço que ainda não conhecia.
Saudade é o nome. E ainda mais do que a saudade do sítio espectacular que é e do bem que se está, assim como na casa de uma tia, o que fica é a pena de o espaço não ser meu. Adorei.
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