Enquanto penso que queria escrever um post a dizer que já não suporto mais comentários sobre o tempo que está, que ocorrem quando passo por qualquer pessoa hoje em dia, mas acho antipático fazê-lo, porque as pessoas podem não ter mais nada para dizer e coarctar-lhes assim o pensamento é foleiro;
Enquanto estou a escrever quatro textos e a paginar um livrinho;
Enquanto organizo por mail e sms o jantar do clube de livros desta semana;
Enquanto actualizo as minhas leituras obrigatórias para não me sentir tão sozinha como freelancer - há mais out there;
Enquanto me regozijo com os resultados do detox que continuo a fazer (com um dia de interrupção no fim-de-semana, atribuível aos anos da sobrinha mais crescida - acho que tive uma OD de chocolate, mas enfim) e me sinto cheia de energia por não comer as coisas que não devo comer e sinto, não, sei, que perdi aí uns quatro quilos;
Enquanto decido pôr aqui ao lado --> uma caixinha com seguidores para vos ver as carinhas larocas, esperando que sejam mais;
Já são horas de ir buscar o senhor maior, que fica hoje de férias do infantário. O post fica para depois.
30/06/09
26/06/09
A few of my favourite things
A felicidade faz-se de coisas pequeninas. And then I don't feel so bad, cantava a perceptora dos miúdos da família von Trapp, lembrando-se de curas para mordidelas de cães e picadelas de abelhas. Faz bem pensar em coisas boas:
* torradas com manteiga e doce de morango;
* o barulho do vento nos cortinados;
* beijinhos;
* chuvinha de Verão;
* passeios de mão dada pelas avenidas sem destino nenhum;
* scones nas senhoras do Rato;
* fazer bolos com crianças;
* lamber as taças dos bolos;
* o ar supreendido/contente do meu filho quando nos cruzámos de manhã na escola;
* lençóis muito suaves;
* amigos grátis;
* encontros inesperados;
* mergulhos no mar;
* pôr a mesa para uma festa;
* andar de patins e de bicicleta;
* ...
* torradas com manteiga e doce de morango;
* o barulho do vento nos cortinados;
* beijinhos;
* chuvinha de Verão;
* passeios de mão dada pelas avenidas sem destino nenhum;
* scones nas senhoras do Rato;
* fazer bolos com crianças;
* lamber as taças dos bolos;
* o ar supreendido/contente do meu filho quando nos cruzámos de manhã na escola;
* lençóis muito suaves;
* amigos grátis;
* encontros inesperados;
* mergulhos no mar;
* pôr a mesa para uma festa;
* andar de patins e de bicicleta;
* ...
Mantra
Tenho de repetir em voz alta mil vezes (como os alunos que se portavam mal na altura em que importava o que os professores pensavam e os miúdos em geral queriam aprender) o meu novo mantra, adaptado das sábias palavras de uma filósofa nouvelle vague que me costuma aconselhar sabiamente, com os seus conselhos de graça que trocamos em ping-pong:
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A cem por dia, ao fim de dez dias já decorei este mantra. E depois posso evoluir para o próximo:
You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it.You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it.You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it.You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it.You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it.You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it.You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it.You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it.You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it. You can do it.
Se tudo correr como o previsto, daqui a vinte dias estou em paz. Até lá, p*?a de vida.
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A cem por dia, ao fim de dez dias já decorei este mantra. E depois posso evoluir para o próximo:
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Se tudo correr como o previsto, daqui a vinte dias estou em paz. Até lá, p*?a de vida.
25/06/09
O que é isto que me absorve tanto?
Não consigo encontrar melhor analogia para explicar o que estou a fazer do que aquele jogo que jogávamos em miúdos de enrolar um cordel à volta das mãos que depois ia sendo passado de umas mãos para outras e mudando de forma à medida que se progredia. Às tantas tem uma figura que se chama pé de galinha ou de galo, já não sei ao certo. Não me lembro do nome do jogo, mas era do género do jogo do prego, dos berlindes ou dos carrinhos de rolamentos em termos de acessibilidade e universalidade. Toda a gente podia jogar e era muito barato. [Hoje é difícil ir a um restaurante em que haja miúdos sem que os putos estejam agarrados às PSP. Que atraso de vida.]
O que estou a fazer é o projecto final do meu curso (já passou um ano lectivo inteirinho), que é todinho em flash, uma ferramenta linda e que produz resultados lindos mas certamente inventada por mentes muito tortuosas, daquelas que se entretém a desenredar linhas ao fim-de-semana ou a contar os azulejos da casa-de-banho quando se sentam por uns momentos na sanita [eu antes dizia sempre retrete até ao dia em que levei um "humpf" de desaprovação da saloia que me estava a vender as ditas. Agora digo sanitas, mas penso retretes. Tem um som muito mais fixe].
Portanto, o flash é difícil de desenlear, mas produz resultados muito giros. Só que também acho que é um bocado sensível demais para meu gosto. Ofende-se com facilidade. Não me deixa fazer control z até onde eu quero, ou seja, até ao último momento antes do disparate que arruina a animação. Com calma lá irei. Ou será que estou burrinha por causa do detox?
O que estou a fazer é o projecto final do meu curso (já passou um ano lectivo inteirinho), que é todinho em flash, uma ferramenta linda e que produz resultados lindos mas certamente inventada por mentes muito tortuosas, daquelas que se entretém a desenredar linhas ao fim-de-semana ou a contar os azulejos da casa-de-banho quando se sentam por uns momentos na sanita [eu antes dizia sempre retrete até ao dia em que levei um "humpf" de desaprovação da saloia que me estava a vender as ditas. Agora digo sanitas, mas penso retretes. Tem um som muito mais fixe].
Portanto, o flash é difícil de desenlear, mas produz resultados muito giros. Só que também acho que é um bocado sensível demais para meu gosto. Ofende-se com facilidade. Não me deixa fazer control z até onde eu quero, ou seja, até ao último momento antes do disparate que arruina a animação. Com calma lá irei. Ou será que estou burrinha por causa do detox?
Detox (VI)
Ainda não passaram três semanas. Aliás, acho que ainda só passou uma semana. Há coisas que não me custou deixar de comer, como pão e coisas de trigo. Fazem-me falta chocolates e gulodices dessas, mas não estou numa luta com eles. Tenho só pena de não poder comer essas coisas. Ontem jantámos em Sesimbra e notei que, por ter comido mais do que a dose que andava a comer até aqui, me senti muito cheia. É lindo como numa semana o estômago se habitua a uma alimentação diferente.
Entretanto, sinto-me muito bem. Ando com mais genica, mas tenho tanto trabalho que nem tem dado para grandes conversas por aqui. Logo volto.
Entretanto, sinto-me muito bem. Ando com mais genica, mas tenho tanto trabalho que nem tem dado para grandes conversas por aqui. Logo volto.
22/06/09
Detox (V)
Cheia de trabalho. Quero mordiscar qualquer coisa. Abençoados flocos de milho sem mais nada. Malvados aperitivos deliciosos indianos coloridos. Bendito chá de camomila.
Fim-de-semana muito fixe, praia maravilhosa. Revistas. Que mais?
Fim-de-semana muito fixe, praia maravilhosa. Revistas. Que mais?
21/06/09
Detox (IV)
Sinto-me a recuperar a energia, calmamente. Já recebi três comentários fixes sobre o meu aspecto, como o Joshi prometeu. Coincidência ou não. Ontem, por força das circunstâncias - a festa da escola do meu filho - encontrei-me sem alternativas e comi três bolachas de água e sal. No resto retomei. É difícil fazer compras.
19/06/09
Mimos
Enquanto trabalho (e actualizo os meus dias), estou a fazer um mini SPA aos pés. Primeiro lavei-os com água e uma mão cheia de sal, sequei-os com uma toalha fofinha e depois encharquei em creme hiper hidratante. (Os meus pés ficam sempre surpreendidos quando uma coisa destas lhes acontece). A seguir calcei umas meias para o creme fazer o seu trabalho. Sinto-me como nova (nos pés. Apesar de estar um bocadinho quente, por causa das meias).
A minha filha foi convidada a ir passar uma manhã à escola do mano, onde em Setembro começa as "aulas" dela. Ficou tão orgulhosa que agora conta o convite a toda a gente de que gosta que encontra. Fiquei tão orgulhosa de a saber contente.
Amanhã é a festa da escola. O meu filho vai fazer de árvore, penso que cantando a plenos pulmões, como no ano passado. Já me disse que espera que não esteja muito calor que é para não torrar dentro das calças castanhas. Compenetrado também, disse "onde é que já se viu uma árvore de calções?", quando sugeri a mudança de guarda-roupa. Não quis dizer-lhe "onde é que já se viu uma árvore a cantar?" para não estragar a magia da coisa.
Na segunda-feira fui com ele ao IKEA comprar coisas para o Panda Atelier que todos os anos querem organizar nas férias. Tintas, pincéis, contas, lápis e coisas do estilo, mais um caixote para as arrumar. (Também comprei um cesto e uma toalha de piquenique, que, por enquanto, ainda estão vagamente clandestinos cá em casa - não eram needs, mas sim wants e o meu colega de quarto e de vida não gosta de ver as coisas acabadinhas de comprar. Se aparecerem sem ele as ver dentro de sacos, ok, não se queixa tanto. Quero estreá-los amanhã.)
A minha filha foi convidada a ir passar uma manhã à escola do mano, onde em Setembro começa as "aulas" dela. Ficou tão orgulhosa que agora conta o convite a toda a gente de que gosta que encontra. Fiquei tão orgulhosa de a saber contente.
Amanhã é a festa da escola. O meu filho vai fazer de árvore, penso que cantando a plenos pulmões, como no ano passado. Já me disse que espera que não esteja muito calor que é para não torrar dentro das calças castanhas. Compenetrado também, disse "onde é que já se viu uma árvore de calções?", quando sugeri a mudança de guarda-roupa. Não quis dizer-lhe "onde é que já se viu uma árvore a cantar?" para não estragar a magia da coisa.
Na segunda-feira fui com ele ao IKEA comprar coisas para o Panda Atelier que todos os anos querem organizar nas férias. Tintas, pincéis, contas, lápis e coisas do estilo, mais um caixote para as arrumar. (Também comprei um cesto e uma toalha de piquenique, que, por enquanto, ainda estão vagamente clandestinos cá em casa - não eram needs, mas sim wants e o meu colega de quarto e de vida não gosta de ver as coisas acabadinhas de comprar. Se aparecerem sem ele as ver dentro de sacos, ok, não se queixa tanto. Quero estreá-los amanhã.)
Detox (III)
Ontem foi fácil, consegui evitar as gomas que uma mãe mais esperta levou para manter os putos tranquilos num jantar na rua onde comi frango + saladas + umas batatinhas fritas. O Joshi não diz que não se pode comer batatas, só é aconselhável não as comer. Fritas deve ser proibido, mas souberam-me bem. Não sou fundamentalista.
Continua sem me apetecer comer bolachas, chocolates e afins. Hoje, depois de um almoço muito agradável (pela companhia e pelo que comi - um mega prato de legumes sem tempero) apeteceu-me comer umas gomas, porque fiquei muito irritada. Percebi que são: a frustração, o cansaço, a irritação que me levam a comer doces. A diferença para a semana passada é que não as comi. Mental note to self - mantém as pessoas que te fazem sentir mal à distância - física ou psicológica.
P.s. Amigas info-excluídas e sis - adoro-vos.
Continua sem me apetecer comer bolachas, chocolates e afins. Hoje, depois de um almoço muito agradável (pela companhia e pelo que comi - um mega prato de legumes sem tempero) apeteceu-me comer umas gomas, porque fiquei muito irritada. Percebi que são: a frustração, o cansaço, a irritação que me levam a comer doces. A diferença para a semana passada é que não as comi. Mental note to self - mantém as pessoas que te fazem sentir mal à distância - física ou psicológica.
P.s. Amigas info-excluídas e sis - adoro-vos.
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