14/06/11

Medo zero

Como é que se cria uma criança com medo zero? Não faço ideia, mas vejo que tenho aqui uma. Maluca medo zero.

Vida de marinheira

Pois... Vou filmar uns desenhos daqui a pouco e estou com as mãos completamente desgraçadas. Mãos de marinheira. Será que se vai ver nas filmagens?

13/06/11

Nas ondas

Acabámos de chegar a casa depois de um fim-de-semana mais ou menos
prolongado no barco. Estou a sentir-me nas ondas, como o hotel de Tróia por
baixo do qual dormimos estes dias. Tivemos visitas muito fixes e os miúdos
divertiram-se imenso. Estou exausta.

12/06/11

Porque será?

Porque é que as marinas têm de ter sempre animação, alguém me diz? Parece que também é assim no Inverno, gente a cantar, senhores a fazerem larachas com as diversas pronúncias existentes ou com qualquer outra coisa.
Os gestores das marinas acharão que os marinheiros têm tendência para a tristeza ou para a depressão?

11/06/11

O tio Zé

Fosse por uma agenda muito organizada ou por uma memória prodigiosa (prefiro pensar que era a segunda), o meu tio-avô Zé nunca se esqueceu de assinalar as datas mais importantes ou de se associar a nós nas mais tristes. Fosse nos aniversários, ou quando passava um ano, ou dois, ou mesmo 30 de uma data importante, lá tocava o telefone e, do outro lado, a voz reconfortante do tio de cabelos brancos, sempre super elegante.
O tio Zé era sempre dos primeiros a aparecer quando alguém precisava, sempre bem disposto, sempre pronto a conversar. Enfiava o braço no nosso e levava-nos para uma conversa de tio-avô-tipo-avô. Era uma daquelas pessoas com quem não importava o tempo que passou, bastava começar e a conversa retomava exactamente onde a tínhamos deixado. E era muito bem disposto e tinha um sentido de humor dos que eu gosto. Brincava até quando, ao atender o telefone, recordava "filha, fala mais alto que o tio não te ouve".
O meu tio atleta, que até há bem pouco tempo era assíduo frequentador do ginásio - onde diz que deixou muitas saudades quando entregou o cartão de sócio -, que jogava golf e desafiava os sobrinhos e os sobrinhos netos para umas partidas. E, se calhar, ganhava.
O meu tio viajante, que tinha muito mundo dentro. O meu tio que morreu anteontem, aos 94 anos. O meu tio General.

08/06/11

Me too

E quem diz champagne diz martini ou caipirinha ou caipirosca ou sangria ou coca-cola ou comida requentada do dia anterior... Estou a sempre a pensar qual será a desculpa para os convocar.
(via A cup of Jo, via I love charts)

7 coisas que estão sempre a acabar cá em casa

Não importa quantos tenho ou quantos compro, nem quando, mas há coisas cá em casa que estão sempre a acabar. E quando digo sempre é mesmo a toda a hora.
- Detergente para lavar mãos: tenho de ter sempre um em cada casa de banho - acabam-se a uma velocidade estonteante, mesmo que me lembre perfeitamente que comprei cinco embalagens da última vez, há pouco tempo;
- Fruta: quilos e quilos de sacos de fruta que carrego para casa de cada vez que vou ao supermercado. Desaparecem a uma velocidade alucinante, mesmo que ainda sinta os vergões que os sacos de plástico me fizeram nas mãos. Excepto duas bananas, que sobram sempre pintalgadas de preto e tão moles que ninguém lhes toca, e que são sempre duas, independentemente de ter comprado um cacho com 20 ou um com cinco bananas;
- Fardas do colégio: no dia da ginástica só há a farda dos outros dias e nos outros dias só salta a da ginástica... Certinho como o destino;
- Dinheiro: será preciso explicar? É a história do mês no fim do dinheiro...
- Sopa: posso ter feito uma panela de dez litros de sopa, posso ter passado uma hora a descascar batatas e cenouras e a desmembrar pequenas árvores de couve flor, a arranjar agriões ou feijão verde, a abrir o pacote da mistura de cenoura com couve ou qualquer outra coisa do género, mas a sopa está sempre a chegar ao fim. E se há coisa de que não gosto é de descascar legumes para a sopa. Para o ratatouille, curiosamente, gosto;
- Lápis de cor e borrachas do meu filho: eu adoro que ele tenha materiais com que lhe dê gozo trabalhar, mas os lápis e as borrachas somem-se mais depressa do que os dias;
- Os dias propriamente ditos: estão sempre a chegar ao fim e eu tenho quase sempre a certeza que tinham acabado de começar...

Vamos ao cinema?

Quando?

Um dia na vida. Filmado por ti.

07/06/11

É que não me sai da cabeça

Há duas semanas, quando a ouvi pela primeira vez, sob recomendação de um amigo, fiquei encantada. Mas não percebi que tinha ficado tão encantada. O raio da música é mesmo fixe. Não sei dizer se é só a música, o ambiente também é óptimo. O clip está muito giro e foi filmado só de uma vez. Vale a pena ver (só não prometo é que não vá ficar na cabeça...)

Lido não sei onde

"You treat your body like a temple,
I treat mine like a tent."