Sempre adorei o meu nome. É simples, fácil de usar e versátil. Acho que é dos poucos nomes que sustenta bem o diminutivo, mesmo em círculos mais formais (como o senhor do bigodinho há dias numa sessão de formação, que se dirigiu a mim tratando-me por Joaninha). Hoje, dei com este post sobre músicas com Joana dentro.
Gostava de acrescentar esta:
02/12/11
25/11/11
A responsabilização
Como acho que os pais são responsáveis e devem ser responsabilizados pelo que os seus filhos fazem - ao contrário do sistema que se criou em Portugal nos últimos anos da total desreponsabilização de todos - gostei muito desta notícia do Público.
24/11/11
A lista
Pai Natal em crise, menino Jesus sem dinheiro para roupinha,
aqui fica A lista, que pode ser útil para o mês que se avizinha:
P.S. Viverei igualmente feliz sem ter nenhuma destas coisas. Juro.
aqui fica A lista, que pode ser útil para o mês que se avizinha:
P.S. Viverei igualmente feliz sem ter nenhuma destas coisas. Juro.
Obrigada
Hoje é dia de agradecer coisas. A todos. À família, aos amigos, aos fornecedores variados. A gerência agradece. Quem é que faz o perú? Tenham um bom dia - está um sol brutal!
Será possível?
... Que o desaparecimento da gabardine rosa com pintinhas brancas LINDA da minha filha tenha sido um acidente?
Estou triste...
23/11/11
Fácil
Querida amiga,
Eu sei que não dar para perceber se estou animada com qualquer coisa é um dos meus maiores defeitos. Às vezes pode parecer que não estou animada mas estou e acabo por dar a impressão errada.
Passo a explicar:
Houve um tempo em que me entusiasmei muito com uma hipótese que saiu completamente, irreversivelmente e atrozmente ao contrário do que eu estava a imaginar. Aliás, o que aconteceu era uma impossibilidade para mim.
Quando soube que o meu irmão estava doente, fiz planos a meses para o acompanhar até ficar bom, calculei que poderia estar com ele antes das aulas começarem e ao final do dia também. Imaginei que ia ser difícil, mas posso dizer que estava mesmo muito animada com as perspectivas. Achava que aquilo era temporário.
E depois descobri que essa hipótese nunca existiu.
É isto. Não perdi propriamente a capacidade de me entusiasmar, mas talvez tenha menos capacidade de o mostrar.
Eu sei que não dar para perceber se estou animada com qualquer coisa é um dos meus maiores defeitos. Às vezes pode parecer que não estou animada mas estou e acabo por dar a impressão errada.
Passo a explicar:
Houve um tempo em que me entusiasmei muito com uma hipótese que saiu completamente, irreversivelmente e atrozmente ao contrário do que eu estava a imaginar. Aliás, o que aconteceu era uma impossibilidade para mim.
Quando soube que o meu irmão estava doente, fiz planos a meses para o acompanhar até ficar bom, calculei que poderia estar com ele antes das aulas começarem e ao final do dia também. Imaginei que ia ser difícil, mas posso dizer que estava mesmo muito animada com as perspectivas. Achava que aquilo era temporário.
E depois descobri que essa hipótese nunca existiu.
É isto. Não perdi propriamente a capacidade de me entusiasmar, mas talvez tenha menos capacidade de o mostrar.
22/11/11
Coisas de que eu gosto
Aqui pespegadas de uma forma completamente aleatória:
- os dias em que o trabalho corre mesmo bem (diploma "A profissional exemplar")
- os dias de férias
- os dias de receber
- as montras das lojas carregadinhas de roupa lindona:
* coletes e casacos de peles (falsos)
* casacos e cachecóis de lã grossa - cores vivas welcome
* dourado e prateado
* vestidos
* leggings e collants de todas as cores
* botas e sapatos com um ar muito confortável e impermeável...
* sabrinas de todas as cores, preferencialmente pretas, douradas ou prateadas e especialmente as zebradas (sabem, as da made in? Essas mesmo)
- dinheiro para comprar estas coisas todas.
- música e videoclips.
- E dançar.
- os dias em que o trabalho corre mesmo bem (diploma "A profissional exemplar")
- os dias de férias
- os dias de receber
- as montras das lojas carregadinhas de roupa lindona:
* coletes e casacos de peles (falsos)
* casacos e cachecóis de lã grossa - cores vivas welcome
* dourado e prateado
* vestidos
* leggings e collants de todas as cores
* botas e sapatos com um ar muito confortável e impermeável...
* sabrinas de todas as cores, preferencialmente pretas, douradas ou prateadas e especialmente as zebradas (sabem, as da made in? Essas mesmo)
- dinheiro para comprar estas coisas todas.
- música e videoclips.
- E dançar.
Coisas que me irritam
Aqui pespegadas de uma forma completamente aleatória:
- Fitinhas de cetim que agora vêm agarradas a todas as peças de roupa. Tenho duas hipóteses: 1ª finjo que não as vi e depois vão fazer peekaboo de cada vez que usar a roupa; 2ª corto-as e depois ponho-as em qualquer sítio durante uns dias a pensar "será que consigo usar isto para alguma coisa?". Nope. Não servem para nada.
- Papéis de publicidade incrustados no vidro do meu carro. Especialmente quando chove. Hoje. Ontem.
- Querer muito falar com uma pessoa e essa pessoa não atender o telefone. Toda a gente sabe que eu não sou a maior conversadora do mundo ao telefone, por isso, se eu ligo, já agora dá para atender?
- Ouvir o amolas a assobiar e não ter nada para amolar, nem nunca ter usado o serviço de nenhum porque: a) sempre ouvi dizer que são caros; b) toda a gente tem uma pedra de amolar em casa, certo? E mesmo assim ficar com pena do senhor porque anda à chuva de bicicleta e não me parece que tenha muito serviço.
- Ter coisas para levar ao sapateiro, a fazer baínhas, à lavandaria, ao electricista ou mesmo mandar vir um cá a casa - não vai acontecer.
- Ter coisas avariadas.
- Há uns anos atrás, irritava-me profundamente ter de me assoar em público e não compreendia como é que havia pessoas que tinham o seu próprio lençinho bordado, eventualmente com iniciais, que enfiava dentro do bolso depois de o encher de ranho. Agora, desde que tenho dois filhos esporadicamente ranhosos, perdi toda a vergonha. Claro que só utilizo lenços descartáveis - o que choca com a minha consciência ambiental, como é óbvio, mas é preferível ao caldo de vírus ambulante (no bolso).
- Estar à espera de coisas. Como agora. Estou à espera.
- Fitinhas de cetim que agora vêm agarradas a todas as peças de roupa. Tenho duas hipóteses: 1ª finjo que não as vi e depois vão fazer peekaboo de cada vez que usar a roupa; 2ª corto-as e depois ponho-as em qualquer sítio durante uns dias a pensar "será que consigo usar isto para alguma coisa?". Nope. Não servem para nada.
- Papéis de publicidade incrustados no vidro do meu carro. Especialmente quando chove. Hoje. Ontem.
- Querer muito falar com uma pessoa e essa pessoa não atender o telefone. Toda a gente sabe que eu não sou a maior conversadora do mundo ao telefone, por isso, se eu ligo, já agora dá para atender?
- Ouvir o amolas a assobiar e não ter nada para amolar, nem nunca ter usado o serviço de nenhum porque: a) sempre ouvi dizer que são caros; b) toda a gente tem uma pedra de amolar em casa, certo? E mesmo assim ficar com pena do senhor porque anda à chuva de bicicleta e não me parece que tenha muito serviço.
- Ter coisas para levar ao sapateiro, a fazer baínhas, à lavandaria, ao electricista ou mesmo mandar vir um cá a casa - não vai acontecer.
- Ter coisas avariadas.
- Há uns anos atrás, irritava-me profundamente ter de me assoar em público e não compreendia como é que havia pessoas que tinham o seu próprio lençinho bordado, eventualmente com iniciais, que enfiava dentro do bolso depois de o encher de ranho. Agora, desde que tenho dois filhos esporadicamente ranhosos, perdi toda a vergonha. Claro que só utilizo lenços descartáveis - o que choca com a minha consciência ambiental, como é óbvio, mas é preferível ao caldo de vírus ambulante (no bolso).
- Estar à espera de coisas. Como agora. Estou à espera.
21/11/11
Como despachar quem está a mais?
Tenho andado a pensar em relações e desencontros e cheguei à conclusão que mesmo que às vezes achemos que alguém nos faz muita falta, as relações tóxicas dão-nos cabo da vida, da auto-estima e também da pele (ainda que nos esforçemos por a preservar bonita com cremes caros e poções mágicas, que eu, na realidade, não frequento).
Círculo vicioso?
Senão, vejamos: Por relações tóxicas, entendo:
1. as impossíveis - se são impossíveis, por definição, só vão dar cabo da cabeça e isso é muito século XIX para ainda se usar;
2. as muito difíceis - contrariamente ao que às vezes possa parecer, nem tudo tem que ser doloroso, e gostar de outra pessoa pode só ser um prazer;
3. as desequilibradas - aquelas em que um dá tudo e não recebe nada ou recebe muito pouco, por exemplo.
Acho que todos devemos assumir que somos os principais responsáveis pela preservação da nossa auto-estima e sanidade mental.
Concluindo: isto é suposto ser divertido. O tempo que gastamos a sentirmo-nos infelizes não volta para nós.
Círculo vicioso?
Senão, vejamos: Por relações tóxicas, entendo:
1. as impossíveis - se são impossíveis, por definição, só vão dar cabo da cabeça e isso é muito século XIX para ainda se usar;
2. as muito difíceis - contrariamente ao que às vezes possa parecer, nem tudo tem que ser doloroso, e gostar de outra pessoa pode só ser um prazer;
3. as desequilibradas - aquelas em que um dá tudo e não recebe nada ou recebe muito pouco, por exemplo.
Acho que todos devemos assumir que somos os principais responsáveis pela preservação da nossa auto-estima e sanidade mental.
Concluindo: isto é suposto ser divertido. O tempo que gastamos a sentirmo-nos infelizes não volta para nós.
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