12/01/12

Como ficar mais esperto

Desde que partilhei o neurónio, primeiro com um, depois com outro filho, temas como "como ficar mais esperto" atraem-me. Especialmente se forem "31 maneiras de ficar mais esperto", a capa da Newsweek que comprei ontem no aeroporto.
Querem saber as minhas preferidas?
- dormir
- comer chocolate preto
- fazer tricot (gostava muito de saber mas sou inepta)
- jogar jogos electrónicos violentos (é isto e conduzir jipes, liberta a fera que há em mim)
- comer iogurte
- tocar um instrumento (saudosas horas a praticar piano, a coisa que eu mais gostava de ter na vida, tipo para zone out)
- escrever à mão (eu sei que isto sou eu a escrever no computador, mas haviam de ver os meus extensos cadernos)
- trabalhar em blocos de 25 minutos. É mais produtivo
- sair da cidade
O que gostei menos?
- tirar o sorriso da cara. Parece que se estivermos trombudos o nosso pensamento fica mais céptico e analítico.

Mark Bittman

Uma vez deixei-lhe um comentário que me apetece repetir de cada vez que leio uma das suas peças óptimas no NYTimes.
Ou trabalha num grupo porreiro (sem a entoação do Sócrates, please), ou então é mesmo uma pessoa bestial.
O comentário era:
"Have I told you lately that I love you?" E eu disse-o metaforicamente, claro, because "my heart belongs to daddy".
Desde essa altura e já antes disso tinha escrito muitos comentários, alguns com feedback outros nem por isso. Apesar de estarmos mais próximos estamos à mesma inacessíveis, não é? Também, o meu comentário é meio parvo e só quer dizer:
Obrigada por escrever artigos e fazer vídeos que me ensinam alguma coisa ou que me fazem rir. Sendo sobre comida, então, ainda mais. Tenho o secreto desejo de ser como ele quando for grande.

Música na net

Ando sempre à procura do sistema perfeito para ouvir a música de que gosto. Como tenho esta estranha tendência para não saber de que música gosto, a não ser quando estou a ouvi-la, hoje estou a fazer um road test a um site que põe a tocar as músicas do grupo que escolhermos ou outras parecidas. Parece-me que tem potencial. Estou no Chico Buarque.

Organização doméstica

Como é que há pessoas que sabem sempre a que horas chega o pão quente, a fruta e o peixe frescos, que senha devem tirar para o serviço que querem pedir, que roupa devem usar cada dia para não terem frio ou calor, não sendo, dessa forma, surpreendidos quando chegam à rua, que sabem sempre quando os saldos começam, quando as coisas estão mais baratas, quando devem mudar os colchões do lado do Verão para o lado do Inverno, que fazem listas das coisas que precisam de comprar E não as perdem, que, em suma, são organizadas?

11/01/12

E o que eu odeio pilhas?

Este Natal, não sei como, fomos inundados por brinquedos que funcionam a pilhas. E o que eu odeio as pilhas, essas coisas malvadas e super poluentes que parecem pequenas, inofensivas e baratas mas afinal são caras e gastam-se enquanto o diabo esfrega um olho? Já comprámos imensas, mas o raio das coisas estão sempre a acabar. Eu sei, há pilhas recarregáveis, que temos cá em casa e que antes conseguíamos gerir bem, mas que agora não têm andamento para as necessidades dos gaiatos e, além disso, andam desaparecidas.
Todos os dias, um dos dois, se não os dois miúdos ao mesmo tempo, têm tido necessidades "urgentes" de pilhas. A resposta "não há" não os satisfaz e vão, sem excepção, em direcção ao pacote de pilhas AAA que está ao lado do meu computador (senhores ladrões, eu não tenho computador, escrevo tudo à mão e depois envio para o ciber-espaço). E o diálogo que se segue é duro:
"Há aqui, vês?"
Não, essas não servem, são AAA (momento em que me lembro sempre do anúncio a três A girassol).
"Mas está aqui um pacote cheio de pilhas iguais às que eu preciso."
São iguais mas mais pequenas, digo eu.
Olhar de dúvida intensa, até porque as que querem substituir estão tapadas por tampinhas de plástico que, helas, só saem com chaves de fendas microscópicas, que não temos cá em casa e que já obrigaram a deslocações ao primeiro andar para trocar pilhas.
"Será que, afinal, a mãe não percebe nada de tecnologia?"
Depois deste confronto vão-se embora, mas eu sei que não vão nada convencidos.
Odeio pilhas.

Não há nada como um livro

B-R-U-T-A-L!!!

via swiss miss

Miúdos:

O vosso pai/tio adora-vos. E acabou de chegar.



09/01/12

Pensamentos incongruentes

Sou capaz de, em dois tabs adjacentes da mesma janela da internet, ter aberta a página de um blog que defende que devemos libertar-nos das" coisas", que só nos oprimem, e a da IKEA ou da GAP.