23/02/12
Próximo Carnaval
Ficam já a saber que, no próximo ano, também não vai haver Carnaval. Tal como este ano.
22/02/12
Essa dúvida também eu tenho
Então quando é que é suposto sabermos o que é que somos? Transforma-te naquilo que és, diz o Nietsche e todos os génios que percebem destas coisas. Mas como é que se faz isso? Aos 34, quase 35, ainda é suposto termos estas dúvidas todas? Será que só percebemos mais tarde? Ou mais tarde é tarde demais? E depois é aquela história do tipo que fez a investigação ao arrependimento no fim da vida e a média é toda a gente arrepender-se do mesmo?
21/02/12
Yoco princesa ou aqui a princesa sou eu
Estou deliciada com os novos iogurtes yoco princesa, com estrelas cor de rosa. Óptimos. Tenho a ideia que foram inventados para mim.
20/02/12
Santa cebola
Ainda este ano não tinha erigido um altar à Santa Cebola - foi hoje - está toda picadinha num prato ao lado da cama da mais pequenita. O meu paizinho que me perdoe. É que a miúda estava a tossir e, agora, milagrosamente, calou-se.
19/02/12
Como quebrar um mau hábito
É claro que sei o que é que despoleta os meus maus hábitos - é mais ou menos parecido com o que acontece com o autor deste vídeo do NYTimes, que diz ter conseguido acabar com o seu mau hábito de comer bolachas todos os dias. Vou tentar.
O que fazem uns sapatos pendurados nos fios?
Os miúdos estão sempre atentos a tudo - no Bairro Alto deram por uns ténis pendurados nos fios da electricidade. "Como é que foram lá parar?"
Passeios giros para fazer em Lisboa
Acho que é seguro dizer que cá em casa gostamos todos de sub-mundos. Ontem fomos finalmente fazer o percurso das Águas Livres a partir do reservatório da Patriarcal, no Príncipe Real. A entrada é pelo jardim, ao lado da fonte, parece que vamos para uma daquelas casas de banho subterrâneas e o bilhete custa dois euros, mas só os adultos é que pagam.
Os miúdos acharam piada à visita subterrânea, que corre sob a Rua Dom
Pedro V, e o guia, o senhor Benedito, foi muito simpático com toda a
gente. O ambiente é húmido e os corredores dão para uma pessoa (ou uma pessoa e uma criança) e vamos em fila indiana, ouvindo as explicações sobre a obra monumental que, no século XVIII, permitiu trazer água de Belas para os bairros de Lisboa.
(esta ficou um bocadinho manhosa, mas juro que a culpa é do telefone...)
Já conhecíamos a Mãe de Água, no Jardim das Amoreiras, que tem uma vista deliciosa no terraço (onde há uns anos fui a festas louquíssimas, que agora me parecem coisas que sonhei, mas não foram) e desemboca no jardim da EPAL e também o Xafariz do Vinho, acima da Praça da Alegria, que também merece uma visita, não só pelo ambiente como pela comida e bebida. A partir de 1 de Março, já combinámos ir fazer uma visita ao próprio do Aqueduto das Águas Livres, que deve ter uma vista ainda mais maravilhosa.
Curiosamente, a parte mais cómica de todo o passeio, depois de quase uma hora debaixo de terra, foi que a visita acabou nesta portinha, no Jardim de São Pedro de Alcântara. A surpresa foi maior para as pessoas que estavam na esplanada, ao verem 20 pessoas a sair de uma porta estranha no meio da parede, enquanto piscavam os olhos para se habituarem de novo à claridade.
17/02/12
Podemos ficar fartos do tempo seco e frio?
A pele da minha filha parece lixa, absorve o creme/pasta que lhe pomos em menos de um segundo, as minhas pernas - mas, estranhamente, só na parte inferior - e mãos idem. Ardem-me os lábios sem ter andado o dia todo na beijoca, mas, para compensar, parece que estão pintados com o vermelho da moda. Não consigo convencer-me a vestir menos do que calças de ganga e botas. Ao fim do dia, custa-me sair de casa sem ir enrolada numa manta azul. Apetece-me comer bolos e chocolates e beber chá quentinho o dia todo. Não me apetece trocar para o pijama - mas também nunca gostei do momento de transição ao fim da noite entre a roupa do dia e o pijama. Estou farta - íssima - do meu casaco comprido preto.
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