09/03/12

O fim dos rolinhos no cabelo da miúda

Papá, já podes lavar outra vez o meu cabelo daquela tua maneira esquisita que faz com que fique cheia de nós e rolinhos no cabelo e que faz a mamã berrar quando eu estou aos berros porque estamos a tentar desfazê-los. Sabes? É que a mamã comprou uma escova brutal, que andava a procurar há meses, uma tangle teezer, mas como não gosta de cartões de crédito sempre que chegava ao check-out na Amazon cortava-se. Bem, ontem encontrou a escova na parafarmácia do Atrium Saldanha. Funciona em cabelo molhado e - tcharan - também seco.
Tenho a melhor mamã do mundo! Beijinhos papá.
(preço, mamãs potencialmente interessadas, 18,90€, totally worth it)

08/03/12

Graças a Deus pelos pais

Nada como uma chamadinha reconfortante dos pais para tranquilizar um pouco destas coisas parvas. A tempestade solar é mais nos pólos e a outra de Madagáscar só vai para o Norte. Já estou tranquila, gracias.

Don't you know it's getting better, it's getting better all the time

Como se não bastasse a viagem de sei lá quantas horas, hoje teremos uma tempestade solar, que se prepara para arruinar as comunicações via satélite e, portanto, fazer coisas esquisitas às viagens de avião e, ainda mais, uma tempestade chamada Irina. Raios partam a Irina.

És o maior maluco de todos

Mas isso é uma das coisas que eu gosto em ti. Espero que tenhas conseguido entrar no avião, seu doido, que te preparavas para ir para o outro lado do mundo com o meu passaporte. E quase me davas uma entrevadinha, a voar segunda circular fora com o coração nas mãos.
"Ah e tal, tens 20 minutos para trazer o meu passaporte ao aeroporto, que está nos confins de um sítio qualquer esquisito num armário... Deixa os miúdos com alguém (de confiança) e voa, voa, Joaninha."
Boa viagem.

07/03/12

Arroz no microondas

Gosto de atalhos e gosto de ir fazer outras coisas quando o jantar está a fazer-se - sem ficar com o dito queimado, o que já tem acontecido. É o chamado bispo.
Por isso, uma das minhas coisas preferidas para acompanhamento é arroz. Há uns anos, uma cunhada da minha irmã ensinou-me um truque para o arroz e resulta sempre.
É importante que o arroz seja basmati. No fim, pode acrescentar-se manteiga ou azeite e, durante, uma boa ideia para variar os sabores é juntar um alho inteiro, ou cenouras cortadas aos quadradinhos, passas e amêndoas, cebola...

Faz-se assim:
1 medida de arroz
2 medidas de água
1 pitada de sal

Põe-se tudo num pirex alto (porque o arroz cresce) e vai ao microondas 12 a 14 minutos (consoante se goste mais húmido ou mais seco), na potência máxima.
(eu a ir à sala escrever um post, eu a ir ajudar com banhos e pijamas, eu a ir descalçar os sapatos, eu a ir ler uma revista, eu a ir)
Quando apitar, já está (isto depende do modelo, obviamente). Bom apetitr.

Pessoas que eu adoro

Christoph Neimann, ilustador, e, sobre isso, que tem um blogue no New York Times. Go check @ http://niemann.blogs.nytimes.com. Sim, quando estou à espera ao telefone encho folhas e folhas com desenhos e rabiscos. Às vezes saem coisas giras, outras fico a achar que , se calhar, está na hora de ir falar com o tal psicólogo... ;)
Nunca saem coisas tão bonitas...
(Mr. Niemann, if you do come by my "house", let me tell you that I love how your mind works. Loved the piece you did running the New York Marathon.)

Barulho

Juro que não sou picky, mas hoje está aqui um barulho monstro. Precisamos de um pouco de silêncio...

06/03/12

Fita-cola de dupla face

Parece algo que poderia vir numa excitante lista de regresso às aulas. Mas nunca veio. Ó contemporâneos sortudos que sabem do que eu estou a falar, como é que eu ainda não conhecia isto? Que é como quem diz: where the hell have you been all my life?

Não conseguimos curar os outros

Liguei há pouco para a casa da senhora que ontem levantei do chão depois de a ter visto fazer uma pirueta e cair, totalmente desamparada, mala para um lado, cabelo para outro, à porta do estúdio de dança.
Na viagem até ao patamar do primeiro andar do seu prédio, onde veio ter connosco o sobrinho, a senhora disse-me o nome, Helena, que estava muito nervosa e que tinha sido operada há 15 dias à outra perna.
Tentei tranquilizá-la, enquanto lhe fazia festinhas nas mãos, escondidas nervosas dentro de umas luvas castanhas.
Hoje liguei para saber se já estava bem e uma senhora que era sua prima disse-me que tinha ido ao hospital e que tinha ficado internada. Vai ser operada.

O peso da leitura

Acho que quando perguntarem ao meu filho o que é que ele anda a ler, ele responderá, vaidoso:
"um livro com 242 páginas. E esse é o que estou a ler na escola, em casa estou a ler outro."
Fico feliz da vida quando os livros ganham à televisão.