26/06/14

Estou no comboio

O que é absolutamente irrelevante, servindo apenas para constatar que não adormeci e que devo chegar a tempo ao aeroporto.
Nestes dias, em que conheci tantas pessoas de tantos países diferentes, apercebi-me (mais uma vez) que há muitos países por conhecer. 
Fiquei especialmente impressionada com a minha absoluta ignorância em relação às Ilhas Fiji (apesar de, a medo, ter perguntado se são para os lados do Japão) e da minha muito grande ignorância em relação ao Chipre (especialmente grave quando perguntei à simpática cipriota com quem falava qual era a língua do país... É turco). Mas também sei muito pouco sobre a Alemanha, apesar de saber quem é o Edmund Stoiber.
Esta ignorância irrita-me.
O único país que percebi conhecer melhor do que o nativo com que interagi foi a Espanha. Original de Barcelona, não conhecia nenhuma das maravilhas sobre que lhe contei: a Galiza, as Astúrias, o País Basco, por aí fora. Fiquei impressionada.
E, à chegada a Schipol, lembrei-me de outro país sobre o qual não sei nada: o Suriname.

Sleepless in Amsterdam

Não sei se é:
- do café que bebi de manhãzinha;
- dos níveis altos de açúcar aqui disponibilizados;
- do barulho de um aparelho qualquer tipo ar condicionado do hotel;
- do quarto de hotel ser um bunker e de ter tido que pagar uma caução para trazer o comando da televisão, que não tencionava usar nem usei;
- do falso alerta de bomba que houve esta tarde numa loja muito grande no Damrak, mesmo ao lado do dito hotel;
- da adrenalina gasta nas duas horas que andei a vaguear pela cidade a pensar se teria onde dormir ou se iria dormir para o aeroporto;
- do receio de não acordar a horas para ter tempo de apanhar o comboio em Central Station e depois o avião em Schipol para regressar a casa;
- da animação que foram os dois últimos dias;
- da quantidade de pessoas de nacionalidades diferentes que conheci e com quem estive a conversar em variadas línguas;
- das coisas interessantes que aprendi;
- da animação desta cidade encantadora;
- dos emails de follow up que quero escrever já amanhã;
- das apresentações que preciso de fazer;
- das reuniões que terei de preparar também já amanhã;
- ...
Mas não consigo dormir.

05/05/14

Espero que sim

Temos tido uns dias bons, para andar a reparar em pequenas coisas com as crianças e há uma dúvida que persiste:
- andam mesmo por aí muito mais Porsches e Ferraris do que o habitual, não é?
- será isto o bendito fim da crise?
I hope, I hope, I hope...

01/01/14

Ganhar balanço

Um ano novinho em folha é uma boa altura para fazer balanços.

Acho que vou interromper aqui a vidaadias por uns tempos. Ando sem paciência. Ando sem tempo. Tenho muitas novidades mas não me apetece partilhá-las aqui.

Fica dormente. Não te vás embora.
Tenham um Ano excelente!

19/12/13

Comprimir o tempo

Enquanto me dás o mimo da manhã, comprimida contra mim, "mamã, onde é o teu coração? Quero ouvir.", penso com calma nas coisas que temos de fazer.
Ontem, dia de anos do papá, tentámos ir à Vila Natal, no Parque Eduardo VII. Estava a chover e eu ponderava se seria boa ideia, mas a vila fechou no momento em que chegámos. Fica para outro dia. Aquilo não seria mais giro à noite?
Falta irmos ao Circo de Luz, no Terreiro do Paço, falta irmos à Baixa ver as montras, falta irmos aos mercados, falta completarmos o caderno de campo da escola, onde anotam passeios pela cidade.
Falta terminar umas comprinhas de Natal, mas está tudo calmo nesse aspecto. Falta comprar uma prenda para os teus anos. Preferirás um brinquedo, roupa ou um livro?
Mas agora deixa-te estar aí, ouve o meu coração à vontade. Está cheio de coisas.

17/12/13

Daily randomness

Ontem andei no táxi do "enciclopédia ambulante da Rádio Táxis". O senhor diz que sabe sempre onde ficam as ruas em Lisboa. E que são mais de 7.000. Disse-me o número ao certo, mas eu estava tão satisfeita de ter ido almoçar à Baixa que ainda estava a rir-me do feito.
Baixa antes do Natal - nailed it!

13/12/13

Que orgulho!

A minha filha passou-me uma folhinha para a mão com as notas dos testes. Estou muito orgulhosa. A Língua Portuguesa teve "xilente".