05/08/15

Demoradamente

Vou ficar mais um pouco nesta mesa apesar de já ter almoçado, porque ao meu lado está uma mãe e um filho indianos a falar em inglês. Que sonho! Adoro este som.

14/07/15

Não gosto de flores de plástico

Têm um prazo de validade ainda mais curto que as frescas e ninguém pode achar que são verdadeiras. Ficam rapidamente tristes e cheias de pó, são obviamente de plástico. E é triste quando se quer parecer uma coisa que não se é. Ou vice-versa.

12/07/15

Life aquatic

A felicidade do Verão dos miúdos. Não há melhor, nem mesmo a do Natal e dos presentes. O sol transforma tudo, como o kodachrome dos Simon and Garfunkel.

05/07/15

Um saltinho a Milão

Em trabalho mas com tempo livre entre voos, dei há dias um saltinho a Milão. Estava um calor de 38° e uma humidade enorme, mas a cidade é encantadora, cheia de vida e de estilo. Cheia de mosquitos também - as picadas acabam por ser uma recordação, porque de vez em quando são reactivadas...
Corremos a cidade para vermos o máximo e comemos sempre muito bem. Pontaria e sorte, porque não ia nada programado.
Andámos por um mercado mega racing, cheio das mais variadas iguarias e esta última ceia absolutamente top.



17/06/15

O preço das coisas ou porque é que o Estado tem que "laissez faire laissez passez"

Na sexta, fartinha de um dia inteiro de trabalho, despeguei a cadeira do corpo e apanhei um táxi na praça aqui ao pé. Em indo sozinha vou a pé, porque é um passeio purificador, mas já passava das 20h20 e tinha uns quantos esfomeados em casa à espera do jantar.
Por favor, porque o senhor perguntou para onde eu ia como quem diz "se for para um sítio que não me dê jeito não vou" e eu respondi a medo porque não havia mais táxis na zona, lá me levou até casa. O táxi era um nojo, daqueles mesmo sujo e para lá de malcheiroso e daqueles que se fosse um carro particular era de certeza proibido de circular.
O que é que incluiu a viagem? Descer uma rua, subir outra, fazer uma rotunda e descer mais uma rua e estamos lá. Na rotunda apercebi-me que o taxímetro não estava ligado. Quando parou o carro disse, "pronto são cinco euros". E eu, xiça, cinco euros, isso é quase mais caro do que o jantar. E disse "cinco euros e nem ligou o taxímetro, isso é que é. Ora boa tarde".
Eu sei que isto só confirma uma coisa: é que eu devo ser, pronto, estúpida, mas volto ao princípio do desabafo - "na sexta, fartinha de um dia inteiro de trabalho e com uns quantos esfomeados em casa à espera do jantar", you get the picture.
Hoje, num Uber, a mesma viagem mas ao contrário, num carro novo, a cheirar bem, com um condutor civilizado, foram 2,90 euros.
Não quero saber das regulações, não quero saber desta iniciativa do Estado que bloqueia a vida aos privados. O que é que os táxis têm mesmo a ver com o Estado? É que não consigo perceber. E, na realidade, não quero perceber. Quero pagar o preço justo por uma viagem e um serviço bom.
Desculpem que isto vai longo. "Laissez faire, laissez passez. Le monde va de lui même". Não chateiem.

04/05/15

Nova Iorque a crescer

Aquelas pessoas que dizem que as crianças a crescer é o que nos faz velhos - algo em que prefiro nem pensar - devem ver o vídeo do New York Times de Nova Iorque a crescer. Está verdadeiramente bom.

Uma miúda que percebe da vida

Não me lembro quando vi pela primeira vez, presumo que tenha sido no blogue da Joanna Goddard ou no da Swiss miss, mas esta miúda, Gemma Corell - não sei se é mesmo uma miúda ou se é uma velhota com jeito para o desenho -, percebe da vida.

Alguns dos muitos cartoons sobre a vida moderna que a miúda fez:
Porque é que o teu millenial está a chorar?
Maldições modernas
Novos tipos de penteados para raparigas novas