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17/12/13

Daily randomness

Ontem andei no táxi do "enciclopédia ambulante da Rádio Táxis". O senhor diz que sabe sempre onde ficam as ruas em Lisboa. E que são mais de 7.000. Disse-me o número ao certo, mas eu estava tão satisfeita de ter ido almoçar à Baixa que ainda estava a rir-me do feito.
Baixa antes do Natal - nailed it!

16/12/12

Como tirar as marcas escuras entre os azulejos

Esta é verdadeiramente surpreendente e prova que mesmo as coisas más podem trazer coisas boas. Ontem, já contei, houve cá uma inundação na cozinha.
Um dos efeitos mais imediatos da destruição da água foram as embalagens de cartão das pastilhas de detergente da loiça. Três, compradas em promoção no fim do mês passado, todas moles e estragadas. A embalagem que já estava aberta ficou com as pastilhas que estavam fora do saco de plástico esfareladas, os outros sacos protegeram as pastilhas - menos mal.
A água que por lá passou e tombou para o chão foi, portanto, carregada de detergente para a loiça. Hoje, o nosso chão da cozinha voltou a ter os intervalos entre os azulejos branquinhos. Boa.

10/12/12

Espero calmamente 20 segundos pelo elevador

Esse é o limite para a maior parte das pessoas. Acima disso, começamos a ficar impacientes. Quem o diz é Theresa Christy, matemática que trabalha na empresa de elevadores Otis, num artigo muito interessante (para quem acha piada a estas curiosidades), publicado no Wall Street Journal. Uma espécie de um behind the scenes, com curiosidades sobre elevadores. Como a existência de um botão de elevador nalguns hotéis para que quem leve a prancha de surf viaje sozinho, sem incomodar os outros hóspedes.

03/12/12

Ah! Há um nome para esta cena que me acontece!

Sabem quando nunca ouviram falar ou nunca viram uma coisa e depois casualmente lêem/vêem/aprendem sobre isso e, no momento quase a seguir, começam a ouvir ou a ver essa coisa em todo o lado?
Isso acontece-me muitas vezes - e muitas dessas vezes até parece que sou uma pessoa informada, o que acaba por ser bom. Outras vezes pode ser um pouco enjoativo, se a coisa que vemos for uma coisa de que não gostamos.
Pois esse fenómeno tem um nome: é o fenómeno Baader-Meinhof. Descobri aqui, onde aprendi mais 26 nomes de coisas de que nunca mais na vida, juro, me vou recordar. Entretém.

05/11/12

Post da caca ou como desentupir canos com vinagre

O vinagre, essa maravilha multiusos da humanidade, serviu esta noite para desentupir uma sanita cá em casa.
Sorry, isto é mesmo um tema da caca, mas, se servir para ajudar amigos da blogosfera a safarem-se dos seus próprios entupimentos, já valeu a pena.
O "drama" começou na quinta-feira. Fui tentando com o autoclismo, com uma dose generosa de detergente da loiça, com bastantes jarros de água a ferver, numa escalada de violência que terminaria inevitavelmente numa chamada para um canalizador. Nada contra, excepto na questão do preço e de ter de estar em casa enquanto um senhor desentope qualquer coisa menos digna por aqui.
Por isso, ontem, antes de ir dormir, despejei uma chávena de vinagre branco, do mais rafeiro (nada cá de esquisitices), na dita sanita. Pensei que íamos acordar numa névoa de aroma de vinagre (à semelhança do cheira-a-cebola-que-se-farta-a-noite-toda-mas-cura-a-tosse), mas isso não sucedeu.
A sanita salvou-se da inacção e a minha carteira salvou-se do canalizador.