19/12/13

Comprimir o tempo

Enquanto me dás o mimo da manhã, comprimida contra mim, "mamã, onde é o teu coração? Quero ouvir.", penso com calma nas coisas que temos de fazer.
Ontem, dia de anos do papá, tentámos ir à Vila Natal, no Parque Eduardo VII. Estava a chover e eu ponderava se seria boa ideia, mas a vila fechou no momento em que chegámos. Fica para outro dia. Aquilo não seria mais giro à noite?
Falta irmos ao Circo de Luz, no Terreiro do Paço, falta irmos à Baixa ver as montras, falta irmos aos mercados, falta completarmos o caderno de campo da escola, onde anotam passeios pela cidade.
Falta terminar umas comprinhas de Natal, mas está tudo calmo nesse aspecto. Falta comprar uma prenda para os teus anos. Preferirás um brinquedo, roupa ou um livro?
Mas agora deixa-te estar aí, ouve o meu coração à vontade. Está cheio de coisas.

17/12/13

Daily randomness

Ontem andei no táxi do "enciclopédia ambulante da Rádio Táxis". O senhor diz que sabe sempre onde ficam as ruas em Lisboa. E que são mais de 7.000. Disse-me o número ao certo, mas eu estava tão satisfeita de ter ido almoçar à Baixa que ainda estava a rir-me do feito.
Baixa antes do Natal - nailed it!

13/12/13

Que orgulho!

A minha filha passou-me uma folhinha para a mão com as notas dos testes. Estou muito orgulhosa. A Língua Portuguesa teve "xilente".

10/12/13

Selfies

Ridícula a foto de Barack Obama, presidente dos EUA, de David Cameron e de Helle Thorning-Schmidt, primeiros-ministros do reino Unido e da Dinamarca, respectivamente. O problema não é a pose selfie, que está totalmente na moda, mas o local. Os três estavam no Estádio FNB no Soweto, África do Sul, South Africa, a assistir ao memorial por Mandela. Lamentável. 


Via Business Insider.

Delicioso o vídeo da Turkish Airlines de Kobe Briant e Lionel Messi, em disputa pela melhor selfie possível.

08/12/13

Um dicionário

A minha criatura mais pequena esteve comigo em casa nos últimos dias e entretivemo-nos a fazer prendas de Natal. A minha super-ajudante já usa o google para fazer as suas pesquisas com um à-vontade super divertido. Consegue os resultados e lá vai saltando de pesquisa em pesquisa até encontrar o que quer - especialmente empenhada quando é para me ajudar, como na sexta, em que estávamos a pensar em prendas especiais. À noite, quando fui desligar o computador, ainda lá estava a última pesquisa: "Super irois".

02/12/13

... mais umas coisinhas

Mais umas coisinhas, random, apanhadas na rua.

Christmas is coming - duh!

A montra do John Lewis, bichos lindos feitos com objectos vendidos na loja, nomeadamente um urso, este, lagostas feitas com chávenas de café e esquilos feitos com aspiradores Dyson. Demais!

O galo da National Gallery - se o Nelson soubesse...

As tais cores dos m&m's, rainbow...

A montra do Hamley's, em Regent Street. Desta vez não trouxe nada desta.

Passámos duas horinhas na House of Frasier. Good times!

Londres, com miúdas

A semana passada incluiu três dias em Londres, a propósito de trabalho - prometi um resumo às divertidas companheiras de viagem, aqui segue.
Londres é uma cidade fantástica onde gosto sempre imenso de ir e admito que a atração aumenta na época de Natal. Aquelas ruas frias, os enfeites e decorações, as músicas de Natal, o dinheiro que parece cair das paredes, dão sempre vontade de fazer compras ou de window shopping, que também adoro fazer.


Grande moda, London town, Natal 2013, sweaters pirosas natalícias. Estão em todo o lado.



Esquina de Bond Street, aka, "O melhor sítio para ir escolher o anel de noivado do mundo"

O famoso edifício acabado de estrear que parece um telemóvel daqueles antigos e que tem um bizarro hábito de reflectir a luz solar de tal maneira que derrete tudo o que lhe apareça à frente. Mesmo. Tanto que, se repararem, alguns andares estão tapados. Hi hi hi.
Aposto que esta frase foi posta aqui de propósito para as fotos de miúdas românticas sobre a leitura e apaixonadas por livros e livrarias. Funciona.
Shake shack - existe em Londres. Reservei a cena para irmos lá com os miúdos.
Uma loja inteira feita para ser fotografada. Com um produto tão bom, basta expô-lo em vitrines transparentes. E borrifar o ar com perfume de chocolate. E vender os m&m's a preços alucinantes por serem giros deixa de ser um factor.
Abbey Road
Mini Lego em Covent Garden, especialmente para o miúdo que estava a achar que no Natal talvez pudesse ganhar um R2-D2 em tamanho real, só que a 169 euros a caixa já lhe tirámos a ideia da cabeça.
... já tinha falado nos m&m's? Sabem exactamente ao mesmo, mas são tão mais bonitos... O pior é o preço. Um saquinho mini-meio-cheio por mais de 8 libras. Livra.

Em menos de nada estamos no Natal

Um anúncio de Natal fofinho lançado na semana passada, que faz uma música fofinha subir aos tops britânicos. Lilly Allen, "Somewhere only we know", para o anúncio de Natal da cadeia inglesa John Lewis.

Isto tudo e mais, até já fizemos a árvore de Natal - nós ajudámos a montar o pinheirinho e a pôr as luzes, os miúdos fizeram tudo o resto. Estou tão orgulhosa, a árvore está linda! Estamos em modo Natal.

30/11/13

Caril de vegetais

Hoje experimentei pela primeira vez fazer caril de vegetais. É um prato de que gosto muito e que costumo comer nos restaurantes indianos, por isso, fiquei muito contente quando apanhei o Jamie Oliver a fazer um na televisão. Em menos de 30 minutos. 
A pesquisa por "Jamie Oliver vegetable curry" vai dar à receita e a adaptação que eu fiz ficou muito saborosa. Leva abóbora, couve-flor, grão, cebola, alho e pouco mais. Muito bom.

22/11/13

Mais umas pessoas a fazerem as outras felizes

Já viram as perícias mágicas do Stuart Edge? Às vezes são técnicas de engate (o beijo do homem aranha, o engate via Siri, as cartas assinadas na montra), outras são magias mesmo. Desta vez foi "vamos lá dar umas notas a estudantes sem dinheiro da faculdade". Adoro a "tenho dois filhos que vão adorar este Natal", ou qualquer coisa do estilo.

20/11/13

Hoje estive a fazer zapping às 3h da manhã

Bob Dylan. Like.

Eu gosto de pessoas que querem melhorar o dia dos outros

É infantil, pode ser considerado uma enorme perda de tempo, mas pôr um sorriso na cara das pessoas é priceless. Os senhores Improv Everywhere têm umas ideias giras para isto acontecer. Este Harry Potter é muito fofinho. "Can you help me find platform 9 and 3/4? I'm going to Hogwarts. This is New York? I'm even more lost than I thought...



via Mashable.

Sim, e o Cristiano Ronaldo. Impossível não gostar deste exemplo perfeito de trabalho, esforço e dedicação. É o melhor do mundo! Melhorou o dia a, tipo, todos os portugueses?

14/11/13

10/11/13

06/11/13

Onde é que deixei as meias de vidro, mesmo?

Deixa-me pensar... num sítio acessível, que dê jeito e de que me lembre facilmente. Não compliques e não ponhas na gaveta das meias. Já sei. Na despensa, ao pé do esparguete e da farinha. Livra.

05/11/13

30/10/13

A sério?

Só quando a música do Vasco Palmeirim sobre a lei de limitação de animais já ia a meio na rádio do carro é que me passou a leve sensação de pânico com que fiquei quando percebi que a miúda estava trancada na despensa. Sem luz. Sem conseguir abrir a porta.
O pânico não era bem pânico, era mais um desconforto, porque estava tudo bem, só havia uma porta entre nós e eu havia de conseguir resolver aquilo. Ainda tentei dar uns encontrões à porta, mas tenho a sensação que nem abanou... Comecei a magicar soluções: um machado (demasiado Shining, além de que não temos nenhum), um martelo (só ia magoar a porta), um pé-de-cabra (idem, mais a ombreira), uma chave de fendas... Ainda comecei a desenroscar a maçaneta, mas percebi que não ia resolver nada. Então parei um pouco e lembrei-me de pôr a miúda (que já tinha conseguido acalmar com um tom de voz calmo e "estou mesmo aqui, não há mal nenhum") a tentar desbloquear a maçaneta do lado de lá.
Depois de muitos "para a direita", "a direita é a mão com que eu escrevo?", "sim", "agora faz força", "para que lado? Estou a fazer e não acontece nada", "para a direita, faz força", "mais força", a porta lá se abriu e senti um alívio enorme.
Mas foi só no carro, com "Eu tenho dois cachorros", os canitos e o gado vacum do Palmeirim, com o ritmo da música do Marco Paulo, que passou a sensação de stress.
(Quem é que no seu perfeito juízo tem mais de dois cães ou mais de quatro gatos num apartamento? Lembro-me que em miúda, ao pé de casa dos meus pais morava uma maluca que, dizia-se, tinha para cima de 40 gatos. 'Ca nojo!)

28/10/13

Sobre a natureza fugidia das férias

Estamos quase em Novembro, estou a almoçar e chove muito lá fora ou ameaça chover muito lá fora. Estou a pensar na natureza fugidia das férias, nos dias de Verão que tivemos, tão bons.

Rock stars have back pain too

Gosto muito da vista dos bastidores, aquela parte dos espectáculos que me parece sempre mais divertida do que o espectáculo em si. Por isso, foi com agrado que embarquei na promessa do diário de Lou Reed, que morreu ontem, publicado pela revista The New Yorker em Agosto de 1996. A conclusão é o meu título, com que hoje depois da pancada de ontem empatizo ainda mais: Rock stars have back pain too.
Walk on the wild side.

27/10/13

Corrida Montepio + o carro amassado

Quando íamos a caminho da corrida do Montepio bateram-nos no carro num semáforo. Estávamos parado, o senhor ia distraído. Azar do caraças. A treta do golpe do coelho.
Lá fomos para os 3 kms da caminhada, eu e os miúdos, deixando os condutores a tratarem da declaração amigável. 
Ficou despachado do acidente mais de 20 minutos depois da corrida dos 10 kms ter começado, mas ainda passou por nós a correr com uma moral como se fosse na dianteira. 55 minutos. Vinha muito contente.
Diz que deve ter sido o corredor mais aplaudido da prova, porque era o último mas ia a correr que nem um desalmado. As pessoas gritavam-lhe "o que importa é acabar" e "força, vais conseguir". Foi cómico.

25/10/13

Primeira tentativa - Arroz de pato

Hoje fiz arroz de pato pela primeira vez na vida. E ficou uma delícia (só digo isto porque fui surpreendida pelo resultado.

Usei 4 pernas de pato, que cozi em água abundante a ferver com sal, pimenta e canela em pó, mais uma folha de louro. Ao fim de cinco minutos acrescentei o arroz, que cozeu 12 minutos. Escorri o arroz, desfiei as pernas. Misturei o arroz e o pato num prato de levar ao forno.  Levei a pele ao lume numa frigideira para libertar a gordura. Reguei o arroz com essa gordura e com os pedaços de pele (soa mal mas sabe deliciosamente) e levei ao forno a gratinar a 240°, depois de ter pincelado com uma gema batida com um pouco de água.

7 das melhores comédias românticas de sempre

(Aquelas que deram cabo de muitas relações mais simples)
Seguindo o impulso que senti quando li a e-news de há dias da Refinery29 - obrigada Inês -, aqui vai a minha lista das melhores declarações de amor em filmes ou os melhores filmes de amor de sempre.
Quando falo das melhores, falo daquelas declarações (ou constatações de estar apaixonado) que são tão poéticas ou extravagantes que devem ter arruinado a possibilidade de felicidade normal para muitas pessoas. Isto é, de felicidade tranquila sem terem de ficar com a pele arrepiada e com as pernas a tremer de cinco em cinco minutos - ao longo de toda a vida.
Como diz alguém num filme romântico qualquer: "estás mais interessado no sweeping up do que na pessoa em si".
Não concordo com todos os que eles escolhem, por isso fiz a minha própria lista:

- Before sunrise (1995) e Before sunset (2004) - Ethan Hawke e Julie Delpy. Estes não tenho de justificar, porque já escrevi sobre eles montes de vezes.
- French Kiss (1995) - o filme mais amoroso do mundo. Meg Ryan antes de lhe acontecerem coisas estranhas à cara e Kevin Kline bronco mas carinhoso ao mesmo tempo. O beijo adormecido no comboio é demais.
- Adventureland (2009) - é preciso ver o filme até ao fim, e aí há arrepios prometidos. Jesse Eisenberg (aka o rapaz que uns anos depois criou o facebook) e Kirsten Stewart (a vampira) num parque de aventuras com o trabalho de Verão mais looser do mundo.
- Silver linings playbook (2012) - querido e bonito, existencial e interessante. Com Bradley (What a Hunk) Cooper e Jennifer Lawrence.
- When Harry met Sally (1989) - textualmente o mesmo que diz a Refinery29 sobre este filme, citando o Harry: "When you realize you want to spend the rest of your life with somebody, you want the rest of your life to start as soon as possible." Mais uma vez, Meg Ryan antes de ter ficado desfigurada.
- Someone like you (2001) - este vi em Nova Iorque, o que só contribuiu para aumentar o interesse do filme. Com Hugh Jackman e Ashley Judd - uns queridos - gosto especialmente da cena do encontro casual na cozinha.
- Reality Bites (1994) - Ethan Hawke outra vez, com Winona Ryder antes daquele problema com o saco das compras. Assinalo o desespero juvenil deles.

22/10/13

A situação com o parque de estacionamento

Ando a tentar contratar um colaborador júnior para um estágio. Depois de filtrar para cima de 80 CV (alguns verdadeiramente despropositados e outros que padecem do mal Europass), cheguei a um candidato de que gostei mais (carta de apresentação, CV, trabalho que pedi e entreista). Veio cá para uma segunda entrevista. Obrigada e depois telefono-te, ok? Liguei passado umas horas a dizer-lhe que o tínhamos seleccionado e a perguntar se podíamos contar com ele. Pediu-me o fim-de-semana para pensar. Estranhei, mas ok. Ontem ao final do dia ligou-me a dizer que agradecia, mas que tinha estado a fazer contas e o dinheiro que ia gastar em gasolina e parques de estacionamento (!!!) não compensava o que ia ganhar. "Tenho de gastar para cima de 400 euros em deslocações e não compensa."
Desliguei o telefone a rir-me, despachando-o rapidamente. Sabem aquilo que dizem os velhos? "Se fosses meu filho levavas um puxão de orelhas..." Está tudo doido?

On email and other stuff

O email tornou-se tão marcadamente profissional que receber um mail pessoal é raro. E não, não estou a pensar em cadeias de emails ou forwards de coisas. Um email mesmo.

18/10/13

Assim é o amor


Receber um mail com isto.

'cê sabe o que é touringa (sic)?

Dois casais de brasileiros encontram-se num restaurante muito chique de Lisboa, cheio de estrangeiros endinheirados deliciados com a vida lisboeta (eu adoro estrangeiros endinheirados a sustentarem os projectos bons da cidade). Não se conhecem de lado nenhum, mas conversam como se fossem amigos de sempre. Há uma que fala mais alto, tem ar de ter tanto dinheiro, nem sei se é o penteado, se é a maneira de falar, mas é tudo dinheiro ali.
- Donde são?
- De São Paulo, blá, blá, blá (brasileiro fala blá, blá, blá? Ou tem outra expressão?).
- Conhecem o...
- Claro, é nosso amigo, é bom demais.
- Em que hotel estão?
- Na Lapa.
- Céus, é muito bom, já lá ficámos.
Mais blá, blá, blá, trocam visitas a restaurantes como quem troca cromos, falam no Sea Me, no Pap'Açorda, só coisas boas.
- E vinho? Há vinho muito bom aqui. 'Cês provaram o Quinta do Crasto? É muito bom, no Brasil ninguém fala, mas é mesmo bom.
- 'Cê sabe a casta que eles falam touringa (dito assim mesmo, com um "n" a mais)? É o tempranillo.
- blá, blá, blá

Donde se conclui: temos tanta coisa boa para mostrar ao mundo. E isso é tão bom.

De língua de fora

A capa do Diário de Notícias de hoje traz o príncipe britânico - não o herdeiro, mais compostinho, mas o Harry, mais dado à devassa. E o que faz ele na capa? Está de língua de fora porque pagou 28 euros por um frango português e, certamente, ficou a babar-se. É um critério editorial como outro qualquer.

15/10/13

Jumping Jack Surfer


Uma das melhores fotos do dia para o "The Guardian". A história é que o surfista desconhecido chegou tarde a uma competição e resolveu saltar os mais de nove metros que o separavam das ondas. A foto foi tirada em Lighthouse Point, Santa Cruz, EUA, e é do fotógrafo Allen Hughes, da Caters News Agency. Está brutal!

09/10/13

Na sala de espera

Nunca há nada de útil para fazer, enquanto se espera. Há tanta coisa para fazer noutro lado. Tanto trabalho para acabar, tanto para passear, tanta coisa fútil para fazer. E a sala de espera é sempre chata, sempre desinteressante, demorada. 
Chato.

06/10/13

Histórias pequenas

Isto foi um daqueles infinitos acasos que acontecem todos os dias. 

A legenda de uma foto do projecto Humans of New York, que é muito giro e tem uma legião de seguidores e partilhas no facebook, diz qualquer coisa do estilo:

Pergunta - O que é que gostaria de dizer a um grupo grande de pessoas?
Resposta - Eu sou sikh e vivia na Índia em 1984, quando um sikh assassinou Indira Gandhi. Enormes grupos foram de porta em porta à procura de sikh. Nós escondemo-nos num roupeiro em pânico quando vieram à nossa porta, mas um vizinho acabou por conseguir convencê-los que tinhamos mudado. Odeio grandes grupos de pessoas.

Só li a legenda porque a foto demorou a carregar, porque o senhor fotografado tinha ar de sleezeball, o que seria a desculpa ideal para não lhe ligar. Esse é o acaso.



03/10/13

Bolo de chocolate na caneca - sem ovos e sem leite

É mesmo possível fazer bolos na caneca e ficarem uma delícia. Ontem experimentei uma segunda receita, depois de já ter testado outra receita antes. Esta é melhor. E não tem nem ovos nem leite.

Receita de bolo de chocolate na caneca
(a dose é mais para uma tigela)

5 c. sopa de farinha
4 c. sopa e 1/2 de açúcar
2 c. chá cacau sem açúcar
1/4 c. chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal

1/2 c. chá de vinagre de vinho branco
1/4 c. chá de essência de baunilha
2 c. chá de óleo (usei de graínhas de uva)
4 c. sopa e 1/2 de água

Numa tigela untada, misturar os ingredientes secos. Acrescentar os restantes por esta ordem e misturar com um garfo.

Vai ao microondas um máximo de 2 minutos na potência máxima.  No meu (850 Watts) demorou 1:30. Testar com um palito. Não deixar cozer demais, mais vale interromper para testar.

A receita original, que me limitei a traduzir, está no Sweetlittlebluebird.

Recomendo.

02/10/13

Isto não é comida, é ciência

Nacho Dorito. Pena, por causa de todas as cenas que tem lá dentro, mas eu quero provar.

Os furinhos nas t-shirts

Tenho a selecção mais fina de t-shirts que possuo com um, dois ou três furinhos minorcas na zona do umbigo. Não é o umbigo, também não é o cinto, que não tem espigão. Desconfio que sejam as cordas da roupa, que são daquelas com fio de aço dentro de uma camada de plástico. Nas pontas acho que são capazes de estar desfiadas. Há quatro dias fiquei com a t-shirt mais fina de todas (!) com fios repuxados, levando a que tivesse que ir para o lixo. Fiquei tão desconsolada. Não sei como é que hei-de resolver isto - com cola?

No caminho

- Manhã tranquila: tomei banho e vesti-me de porta fechada. Os miúdos não ensaiaram sequer nenhuma pega, porque disse-lhes que não os ia ouvir. Funcionou;
- Passo a entrada da escola dos miúdos e tenho de voltar para trás, rindo-me do disparate;
- Eles dizem "podíamos ir contigo para o trabalho", como quem atira barro à parede, mas sem grande convicção. Eu rio-me outra vez, um riso talvez meio sádico;
- Passo o desvio para o Dolce Vita Tejo e penso que o que me apetecia era ir lá, passar a manhã a ver montras. Quem sabe, tentar encontrar coisas naquela loja gigante que toda a gente adora e onde nunca consegui comprar nada;
- Um pouco mais à frente, penso que ando a dar erros, desde que o disparate do Acordo Ortográfico entrou na minha vida, excepto quando escrevo no Word, que parece que tem cérebro e me dá uma ajuda discreta. Desejo que ninguém perceba;
- Penso nos últimos posts que li no Facebook. Acho que ninguém vai perceber mesmo. Penso que há muita gente que não sabe escrever nem antes nem depois do Acordo Ortográfico. E - mais interessante - estão-se nas tintas;
- Tenho pena disso, um pouco de vergonha alheia. Os erros resolvem-se. Só é preciso ler;
- Penso no tempo que passo a pensar nisso;
- Penso em gomas. Amoras vermelhas e pretas;
- Chego ao escritório.

24/09/13

19/09/13

Sou uma felizarda

Tenho para cima de dez revistas novinhas em folha para consumir tranquilamente nos próximos dias. Há lá sensação de antecipação melhor?

17/09/13

Queria um dia com mais três horas

Preciso de:
- pintar o cabelo, experimentando a tinta sem amoníaco Olia da Garnier;
- arrumar os roupeiros todos lá de casa, editando as roupas;
- exterminar uns excessos que andam lá por casa a roubar-nos espaços preciosos;
- comprar sapatos.

13/09/13

O castigo do século foi inventado hoje mesmo

...
Se voltam a arranjar problemas de manhã cá em casa, passo a deixar-vos cinco minutos mais tarde do que a hora de entrada na escola.
...
Silêncio. Olhares trocados entre eles. Pânico.
"Mas... Se chegarmos atrasados perdemos um ponto..."
...
Silêncio. O meu olhar para os dois. Estico um pouco mais a corda.
E, se se repetir, passo a levar-vos 15 minutos depois da hora e só podem entrar no intervalo.
...
Sou maquiavélica!

11/09/13

Super poderes que eu gostava de ter

Ter uma agenda assim organizada. Sonho de infância. via bulletjournal.com

Safe and sound

Cantam os Capital cities.

Duas coisas sobre a Suécia

Por um lado, a Suécia é um dos países mais felizes do mundo, ao mesmo tempo que a Dinamarca (os mais felizes de todos), a Noruega, a Suíça, a Holanda, o Canadá, a Finlândia, Áustria, Islândia e Austrália, diz o "Relatório da felicidade mundial" da ONU.

Acho que o relatório diz mais ou menos sempre a mesma coisa. E sempre que é publicado quase que me sinto pessoalmente ofendida. Porque é que não podemos ser os mais felizes do mundo? Somos o número 85. Deve ser fixe.

Por outro lado, a Suécia consegue reciclar todo o seu lixo, transformando-o em energia. De tal maneira que já está a comprar lixo aos países vizinhos.

Porque é que a Suécia é tão racing? Passam mais de metade do ano na escuridão...

Sites activos

Não sou das pessoas mais desportistas do mundo, mas há dias em que aprecio. Não gosto de ginásios, mas gosto de fazer desporto ao ar livre, andar ou correr, especialmente se for à beira-mar. Nas férias, fiz umas corridinhas divertidas com os meus ténis novos e lindos da Nike, os Pegasus, que são muito confortáveis e absorvem todos os impactos negativos da passada (como disse o senhor que mos vendeu), bem como (desconfio) são capazes de resolver os principais problemas mundiais... Estou em crer que só de olhar para eles já estou a fazer desporto...

A corrida mais divertida de todas (as duas) foi na marginal de Biarritz. Mesmo correndo em modo braille, isto é, ora rápido ora devagar, só a vista até me fez esquecer que estava a dar o litro. No final, fiquei cheia de energia. Uma das coisas boas é que fui sempre a correr, desde a porta de casa. Cá é mais difícil.

Sites que gosto de ver e apps giras, com conselhos para actividades e vida saudável:

Greatist - Ideias diferentes para ser activo. Ao subscrever a newsletter recebe-se uma dica por dia ou um conselho para se ser mais feliz (um bom objectivo).

Human: move 30 minutes or more - uma app que se activa quando estamos em movimento mais de um minuto e que tem o único objectivo de nos levar a fazer pelo menos 30 minutos de actividade por dia. Fixe. Foi lançada na semana passada e acabei de fazer o download, a ver como me porto.

09/09/13

Coisas giras do Verão (quase só fotos)

Um cão simpático em Santiago de Compostela.
                                    
Um cão florido em Bilbao.

Os contentores de lixo da praia de Gijón.

                                  
A luz da praia As Catedráis.

As vacas espelho.
Os toldos de Biarritz.
248 degraus no Farol de Biarritz.
A vista do farol.
As janelas bascas.
Os toldos de Hendaye.
O laboratório da Tribord/Decathlon.

A mastigar uma desenxabida salada russa...

... É fácil recordar O arroz de lavagante de Rinlo, no restaurante A Cofradia.




08/09/13

Esta noite

Para o jantar pode ser uma massa com tomates-cereja e talvez um copo de vinho branco fresquinho. Será que consigo que as crianças comam a massa ou é melhor assumir a derrota à partida e fazer uma massa diferente para eles? Tipo massa com ovo ou massa com atum? Eu sei, são as refeições de emergência do costume, mas eles gostam sempre como se fossem novidade. São uns miúdos fantásticos.
Depois, estou a sonhar com uma manicure e com um filme, enquanto as crianças dormem tranquilamente. 

05/09/13

Amigo Raposo...

Presente! 
(Em Santiago de Compostela)

Undercover agent

Quem sabe o que isto era antes?

25 momentos do Verão (sem fotografias...)

1. Os três primeiros dias de férias foram (digamos) de ajustamento, estávamos todos histéricos de estarmos de férias. Os miúdos de terem os pais só para eles, nós de os vermos histéricos. Depois acalmou tudo e tivemos umas férias muito boas;

2. Na Guarda, almoçar no Café Aliança. Pedir qualquer coisa;

3. Estivemos em Salamanca, Biarritz, San Sebástian, no resto do País Basco, especialmente do lado francês, em Gijón e em Santiago de Compostela. Duas semanas e meia, 3.200 kms. Que fixe;

4. Biarritz é uma cidade encantadora, com as suas ruas super animadas, as suas montras gourmet e pricey, as suas ondas permanentes e o seu estilo de vida animado e luxuoso. Conseguimos ficar a conhecer toda a cidade, que merece uma visita;

5. Há três verões atrás, quando lá estivemos, esteve sempre sol, por isso fizemos vida de praia e de surf, acabando por não conhecer muito da cidade ou das redondezas, o que pode ser considerado um desperdício;

6. Há 10 anos, quando lá estivemos pela primeira vez não lhe achei grande piada. Era fim de Setembro e a cidade estava quase vazia, comemos um cachorro nojento e a imagem não foi das melhores;

7. No Verão, Biarritz faz muito lembrar Cascais, com aquele tipo de decadência balnear de que sempre gostei, não sei porquê. Talvez porque quando era miúda passava muito tempo na praia em Cascais e os cheiros, os ritmos dos locals e os dos velhotes sejam semelhantes;

8. Uma coisa engraçada é que os empregados das lojas têm sempre bom aspecto. Muitos falam português. Não tinha noção que havia uma comunidade portuguesa tão grande na cidade;

9. Um croissant e um pain au chocolat por dia, pelo menos. São tão bons que não se podem perder;

10. Adorei o País Basco do lado francês, com os seus campos com manicures perfeitas e com as suas aldeias limpíssimas e lindas;

11. Saint-Jean-de-Luz e Ciboure, duas cidades pegadas e a poucos quilómetros de Biarritz, giríssimas (Saint-Jean-de-Luz foi especialmente recomendada pela Maria João entre mergulhos na Morena, obrigada, valeu mesmo a pena);

12. Era capaz de viver nalguns dos sítios por onde passámos (mais nas cidades pitorescas, com belos mercados cheios de comida deliciosa, do que propriamente no campo um pouco bucólico demais para meu gosto...);

13. Esse é um dos principais diferendos do Verão: as casas bascas mais típicas são brancas com traves expostas em madeira e pintadas de vermelho, de azul ou de verde. Os homens lá de casa gostam mais das vermelhas e eu das azuis. Concluímos que se alguma vez tivermos uma casa basca teremos de ter janelas das duas cores...;

14. Os nadadores-salvadores continuam da competência que já tínhamos comprovado antes. Atléticos, bem treinados e muito respeitados, quando tocam o fecho da praia às 19h, com um valente apito e um cruzar de braços em cima da cabeça, 90% dos franceses levanta a tenda e zarpa da água e, pasme-se, da praia (nós ficamos);

15. Os banhos estão limitados a uma zona bem demarcada entre duas bandeiras azuis. A carneirada toma toda banho nos mesmos 15 metros, isto é, é toda enrolada na mesma zona. Fora desse espaço, há uma vastidão para os surfistas e bodyboarders, que são mais que muitos. Está tudo muito bem pensado. Os nadadores-salvadores (e os polícias que lhes fazem companhia) parecem falcões a olhar para o mar e ai de quem entrar com prancha na zona dos nadadores e vice-versa. Leva um apito e passa pela vergonha de ter toda a gente a olhar para ele;

16. Ilbarritz é a praia mais chique da zona, cheia de parisienses mas em bikini ou fato-de-banho no caso dos homens. Só hot bods, gordura não entra. Os cabelos estão sempre penteados. Porsches, Ferraris e carros de outras marcas caras que eu não conheço enchem os lugares de estacionamento. Nós vamos a pé que a nossa casa (a da primeira semana) é mesmo ao lado;

17. O cabaz típico de praia dos franceses é tipo a mala do Sport Billy: inclui as toalhas (as típicas bascas que são lindas), raquetes, pranchas de bodyboard para toda a família (incluindo os avôs), mas mesmo impermeáveis coloridos também para toda a família (é que às vezes chove);

18. Houve um dia em que apanhámos uma molha monumental na Côte des Basques, para voltar a casa (na segunda semana, agora no centro de Biarritz). Quais pintos quais quê;

19. Outro item indispensável no cabaz das mães francesas são livros, que lêem displicentemente na toalha, sem tirar os olhos das letras nem por um minuto, enquanto os seus filhos minorcas (têm aos seis e sete nas praias mais in) andam a brincar à reboleta nas ondas selvagens, transformando os nadadores-salvadores em baby-sitters meio nazis;

20. A miúda foi picada por um peixe-aranha na praia de Chambre d'Amour em Anglet. Os hiper preparados nadadores-salvadores não tinham qualquer spray contra a dor. Salvou-nos a miúda do café quiosque, que nos deu um balde de gelo mas cheio de água quente. Ajudou muito;

21. Os velhotes têm uma praia só para eles, a do Port Vieux, que está protegida das ondas. A rotina é ir todos os dias, é nadar até ao rochedo da virgem com braçadas largas de quem nada ali há muitos anos e voltar e é as senhoras tirarem fotos na rebentação, quais Esther Williams voluptuosas. Os miúdos dão mergulhos de uma prancha no meio dos rochedos;

22. As melhores moules foram as do Port Vieux, que delícia, uma dose só para mim, depois de uma garrafa de rosé bebida a meias (a única do Verão);

23. Na Galiza, fazer o desvio até Rinlo, perto de Ribadeo, para ir comer o melhor arroz de lavagante que já comi na Cofradia. Dar um saltinho à praia "As Catedráis";

24. O melhor investimento do Verão foi o disco do Miguel Araújo Jorge, "Cinco dias e meio". As muitas viagens de carro eram acompanhadas por cantorias aos berros dos miúdos e nossas, não só "Os maridos das outras", mas também o "Reader's digest", o "Fizz Limão" e por aí, sem medo;

25. Agora era mais uma semana, mas a dois. Miúdos: vocês são um amor, mas o pai e a mãe precisam de namorar um pouco.

04/09/13

Check-in tardio

Já se acabaram as férias. Foram grandes e boas. Agora precisava era de mais uma semana para me organizar e para organizar a minha casa.
(Coisas que me arrepiam http://youtu.be/TspYx7EaF5A)

23/08/13

Sou mesmo reles

Estou a tratar uma dor de barriga do meu filho com Tic Tacs duo de fraises. Acho que é capaz de funcionar. Perguntei-lhe se era ácido, porque aqui há uns anos tinha tido de tomar e era ácido e ele disse que não.

21/08/13

Isto tudo, mas em português

50 regras das férias, dos "gerentes" do Dinner, a love story. 51. Nas férias recorrer a comida que não precise de pratos: wraps, hamburgers no pão, etc. 52. Dar uma notinha de 5 euros a cada miúdo para comprar um recuerdo da viagem. E mais uns quantos, mas agora vou dormir.

16/08/13

Enfim férias

Fiquei KO com este primeiro dia de férias. Os miúdos histéricos por nos terem só para eles, nós histéricos por estarmos de férias. Fazer e desfazer cinco malas mais uns quantos quilómetros. "Quando é que chegamos?", "Quando é que comemos?", "Tenho sede", "Temos sede", "Cheira mal", "Mãe, lembras-te de...?" (milhões de coisas que eles os três, pai incluído, acham que eu devia lembrar-me). 
Amanhã vai ser mais fácil. Hoje estamos de janela aberta, os miúdos já dormem (não, ainda não dormem, eu é que queria que eles já dormissem, mas eles estão a ouvir barulhos da rua, estamos no rés-de-chão de uma cidade linda onde estivemos na lua de mel "O que é a lua de mel, mãe?" e há barulho da janela aberta).
Queria ter conseguido acabar o "Por quem os sinos dobram", talvez em Setembro retome a história.
Amanhã vai ser mais fácil. Há menos coisas para fazer. Tenho fruta e biscoitos.

09/08/13

Bling ring, Sofia Coppola

Uma história arrepiante de miúdos sem noção das consequências, "sem" pais, sem pessoas que lhes deitem a mão e percebam o que é que anda a correr - mal - ali. Há uma série de anos (nem me lembro quando) li o artigo da Nancy Jo Sales da Vanity Fair que deu origem ao filme e, já nessa altura, me fez impressão. Foi uma daquelas histórias que me incomodou. 
Por outro lado, o ritmo Coppolla é sempre bom. Portanto, sugiro que vejam, se não vos fizer impressão esta coisa das vidas perdidas/estragadas por descuido, por não estar ninguém a olhar.

06/08/13

A vida real, o photoshop e os designers e ainda as percepções

Aqui há uns anos, a Dove criou a campanha dos corpos reais, tornando bonito e atraente o que é diferente dos estereótipos habituais (uma estria aqui, um pneu ali, uma perna cheiinha, maminhas pequenas, maminhas grandes...). Depois, cavalgaram a onda. É impossível não simpatizar com a campanha. Kudos para a Dove.
Há pouco tempo, fizeram aquela campanha do sketch artist, que desenhava o que lhe descreviam, ouvindo primeiro a pessoa que estava a retratar, depois uma pessoa que tinha estado a falar com o que estava a ser retratado. Os resultados dos sketches feitos com base na pessoa a retratar eram tendencialmente menos simpáticos. Esta já achei meio laim, mas concordo que é isso que se passa - somos, por norma, os nossos piores críticos.
Agora, a Dove Canada fez uma campanha de guerrilha muito gira, em que levava designers e directores criativos a fazerem o download de um shortcut que prometia tornar as fotos mais bonitas. Ofereceram-no nos sites que os designers já usam habitualmente para sacarem estes shortcuts.
Mais do que muito provavelmente não vai mudar nada, mas merece ser vista.
Os problemas de auto-imagem estão a começar cada vez mais cedo e é imperativo que as crianças e jovens percebam que nada do que vêem nas revistas é real (o que não é mau de todo, desde que se saiba que é artificial), que a esmagadora maioria das pessoas tem qualquer coisa diferente. E isso é bonito.

via Fast.Co.Create.

05/08/13

Ontem comi as melhores sardinhas do ano

Sou uma sortuda. Que delícia.

Para equilibrar, há uma semana e meia que tenho uma dor de cabeça filha da mãe, que não me quer deixar em paz. Que é intolerante à luz, ao barulho, ao movimento e que reage pouco a medicamentos. Já não sei que hei-de fazer-lhe.

27/07/13

Como proteger o telefone na praia

Barato e eficiente. Foleiro, vá. Embrulhar o telefone em película aderente. Dá para falar, dá para usar. Fica foleiro, mas o telefone não se estraga com a areia. E isso é fixe.

24/07/13

Não estranhem o meu assobio

Uma vez um queque da Figueira da Foz ficou muito chocado ao perceber que eu sabia assobiar. Eu fiquei chocada por ele ficar chocado, por isso ficámos quites.
Saber assobiar é das ferramentas mais práticas que tenho. Dá jeito para avisar, para chamar. Os meus filhos e o meu marido distinguem o meu assobio em qualquer parte do mundo - o que, convenhamos, dá um jeitaço. O miúdo quis (e conseguiu) aprender a assobiar como eu e já sabe fazê-lo com muito mais perícia, porque tem vários modelos, com dedos ou sem dedos.
Hoje, o DN diz que os golfinhos têm nomes em tom de assobios, que se chamam pelo nome. É o mesmo que eu faço com os meus filhos.

Chá e scones

Estou encantada com os chás Tetley em cápsulas para usar na máquina Delta da minha mãe. São deliciosos, ficam prontos em 20 segundos e não ficam a ferver como os outros chás do mundo. Na página da Tetley, ainda por cima, servem cookies.
E toda a gente que sabe que com chá vai sempre bem uma cookie. Ou isso ou scones.

Por falar nisso, tenho uma receita nova de scones para experimentar, que me parece super simples:

400 grs. de farinha com fermento
240 grs. de natas
250 ml. de Sprite
2 c.s. leite

Aquecer o forno a 220º. Misturar a farinha, as natas e a Sprite. Espalmar a massa a uma altura de 2 cms. Cortar os scones com um corta-bolachas e pincelar com o leite. Levar ao forno cerca de 15 mns.

Se alguém fizer, partilhem comigo, please.